
A veia musical da redação do jornal Critilo! Músicas envolventes, melodias inovadoras, experimentalismo e ousadia! Não conhece o Critilo? Visite nossa homepage! Confira os sons, dê sua opinião, e fique atento às datas das apresentações!
leia o release completoÉdipo
Você,
A primeira mulher da minha vida,
Me cura todas as feridas,
Sempre está aqui ao meu lado,
Me ensina a viver.
Por que
Ainda dá bola pra esse cara?
Se eu já cheguei,
Qual'é dessa tara?
É melhor você escolher...
(Gutiérrez / Júnior)
Postado por Felipe Gutiérrez às 14:39 horasGente
Se vê que essa gente não é tão ruim,
Que, se é gente, vai se dando assim,
Se doando meio sem razão.
Não, não há ninguém que siga sem querer
Um alguém pra gente aprender
Onde fica o coração.
Vai achar aquela que te faz feliz
E, quando achar, então você me diz
Que o amor é coisa séria sim...
Até o dia em que se busca
Culpa na desculpa muda,
Busca barro na calçada
E joga pra dentro de casa,
Que essa já vai descasar...
É... que essa gente não é boba assim,
Que, se é gente, vai jogando, sim,
E sai ganhando já pra não perder.
(Gutiérrez)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:47 horasDama
Se foi, tão cedo, a dama tanto quanto fosse impossível se notar a dor daqueles olhos vãos... e se deixou calar por um amor tão vil, foi fraca em acreditar na doce ilusão de se entregar a qualquer dito popular acerca do amor que cega a ponto de matar e mata a ponto de fazer do vivo um moribundo ser profundo a qualquer outro mundo fora o seu. E a roda-viva cessa a rodar e queda-se a despencar abismo adentro atenta a qualquer chão onde se possa espatifar, em que se possa acabar o doloroso e forte alento a lhe soprar a frio a horrível sensação de ver-se, enfim, completamente só...
(Gutiérrez)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:19 horasJudiaria
Todo homem é escravo de uma mulher
Ah! Fardo tão cruel esse amor infiel
E essa dor-desilusão de ver a sorrir a outro afeição
Daquela, da minha senhora, minha mulher.
E, logo que me ajeito, lá vem outra a me tentar.
E vem com aquele jeito que elas sabem bem usar.
E agora, Deus, desse coração partido fez-se outro amor perdido
Porque elas só me sabem judiar, só judiam de mim
só me sabem judiar, só judiam de mim...
(Jão)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:16 horasCristal
Vai, seu Tempo, vai
e acalma a angústia desse ser.
Vai, pra nunca mais voltar,
um sonho que nunca me serviu.
E então acordei e, ao me levantar,
neguei, sem palavras, a ordem
e pude olhar em volta de mim, vida afinal,
deixei para trás sombras de um tempo cristal.
(Júnior)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:15 horasCritilo
Embora você não queira ficar à beira, quase a cair
dentro do abismo entre a loucura e a razão,
agora, você se orgulha de ser aceito sem um defeito.
Mais um poeta, um imperfeito ato primeiro
do grande ator que atua em vão.
Em vão, vão atrás de alguém que nada faz
além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir aquém e ver como ninguém
nada faz além de ouvir quem os tem como alguém...
(Felipe)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:12 horasNos Braços
Chora essa saudade tão infausta;
Pensa nesse tempo que se foi;
A vida é uma ampulheta que não volta,
De grão em grão constrói-se o depois;
De hora em hora esvai-se nossa chance
De ter tão perto quem ou quê se quer;
Viver é um malabarismo ingrato
Que a ninguém admira, ninguém vê;
Mas chora essas misérias tão mesquinhas,
Que eu te amparo em afagos demodês;
Para que quando eu chore as mesmas dores,
Eu me conforte nos braços de você
(Diego Librenza Garcia)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:10 horasAquela
A ela, Ah! sim, eu faria uma música a ela
àquela, só ela, eu faria uma música a ela
sobre o amor, sobre o amor.
Mas aquela já não é mais bela
deixou de ser ela, aquela deixou de ser.
Assim de repente não era mais ela
deixou de ser música, deixou de ser.
(Júnior)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:06 horasFossa Crítica
Eu vou assim meio aéreo,
meio perdido, meio a meio
num exercísio forçoso que é conviver com essa idéia.
Eu vou vivendo em vão
ouvindo em todo lugar essa canção
e em todo lugar, o cheiro, e o gosto,
e o momento vago, que agora é vivido fora daqui.
Nesse quarto, nessa sala,
esse fardo selado, pesado, triste
talvez não pela perda
talvez não pela mentira
não sei... é tristeza
desnuda, crua, intensa
que aperta, que sufoca, que embaça,
e que me faz do corpo uma linha torta.
E eu vou torto, meio morto
passo a passo, flutuante, eu vou
vou sem chão, sem ar
vou fugaz, sem perdão
vou caindo sem saber onde chegar
embalado por um sentimento doloroso... sem nome.
A pele magra se torna opaca
os olhos, fundos,
as mãos, mortas,
morto... me sinto morto
me sinto preso dentro de mim mesmo,
desfragmentando os meus pensamentos,
despersonalizando as minhas pessoas,
e não dá certo... nem assim.
logo eu mesmo me acho, me aperto e me mato.
E os únicos momentos sãos vão de auxílio ao torpor
dentre goles e tragadas, a tristeza se dissolve
e eu volto...
(K. / Gutiérrez)
Postado por Felipe Gutiérrez às 17:04 horasCOMENTEM AÊ PORRA
Postado por Felipe Gutiérrez às 19:48 horasbeleza galera o som é muito bom e o blog também é dez muita luz nessa batalha da música de uma força ao meu som: www.epifania.palcomp3.com.br valeu!!!!
Ops!
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De Chico Buarque a Chico Chulé. Passando por The Beatles, Pink Floyd, Mozart, e Tony da Gatorra. De tudo um pouco, e de um pouco, nada.