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Zé Caradípia

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Zé Caradípia

Zé Caradípia tem seu trabalho como compositor reconhecido nacionalmente através Zizi Possi, que interpretou "Asa Morena", considerada pela Revista Caras e grandes jornais de tiragem nacional como uma das 100 músicas mais populares do século XX.

leia o release completo
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Quarta, 10 de setembro de 2008

Muitas coisas boas, muitos sons, muitas músicas. A preparação e os ensaois do DVD a mil por hora. O Show de gravação vai ficar lindo. Apareçam façam parte deste momento.

Postado por José Luiz Fernandes às 06:15 horas
Segunda, 18 de agosto de 2008

Vencedor como melhor intérprete da 22ª Moenda da Canção, com a música Baião Intencional de Tuny Brum

Postado por José Luiz Fernandes às 07:04 horas
Quinta, 03 de janeiro de 2008

Agora estou de férias, mas em breve estarei lançando uma nova música aqui no Site gravada junto com o Duke Jay nas Pick ups e Beto Bollo no vocal e violão. Bom 2008 a todos e muita música

Postado por José Luiz Fernandes às 21:36 horas
Terça, 18 de dezembro de 2007

A final do X Festival de Música de Porto Alegre que aconteceu ontem dia 17 de dezembro npo Bra Opinião, Zé Caradípia recebeu o prêmio de melhor letra. Foram 13 músicas concorrentes. Acompanhado do Beto Bollo na voz e violão e Duke Jay nas Pick Ups, Caradipia recebeu o prêmio das mão da Secretária de Cultura Ana Fagundes e o Secretário Sérgius Gonzaga.

Postado por José Luiz Fernandes às 18:30 horas
Quarta, 24 de outubro de 2007

Saiu no Jornal Zero de 24 de Outubro

Caradípia mostra a cara

Autor de "Asa Morena" comemora 30 anos de carreira com showEle não tem mais a cara de piá que inspirou seu apelido, mas garante que continua aquele jovem que faz música pela música, que compõe quando a emoção não cabe mais no peito. A prova disso será dada hoje, no palco do Teatro de Câmara Túlio Piva, quando Zé Caradípia vai comemorar 30 anos de carreira dividindo o palco com amigos e parceiros.

Caradípia diz que decidiu fazer do show uma viagem emocional pela sua carreira. Ele cantará e recordará ao lado de Paulo de Campos e Paulinho Campello, do grupo Cordas & Rimas, de Fátima Gimenez, Heleno Gimenez e Carlos Alberto, do grupo Tempero, de Carlos Cachoeira, Marcelo Lehmann, Texo Cabral e Beto Bollo, do Tambo do Bando, além de Nanci Araújo, Maria Lúcia Sampaio e Chico Saratt.

- Escolhi 22 músicas das 200 que já compus. Muitas delas, como Gato Selvagem (1980) e Soninha do Bacabal (1981), eu nunca gravei. Vai ser aquela minha mistura de toada, MPB, samba, blues e jazz, aquela coisa de trovador urbano - diz o compositor de 51 anos.

No repertório, claro, não vai faltar Asa Morena, um dos maiores sucessos radiofônicos de 1983. Lembrar de Asa Morena faz Caradípia analisar como foi sua passagem pelas grandes gravadoras, no início dos anos 80.

- O Armando Pittigliani, produtor da Polygram, me levou para o Rio, mas queria mudar meu nome, queria que eu fosse um cantor brega. Briguei com a gravadora, voltei para o Sul, e Asa Morena estourou na interpretação de Zizi Possi. Talvez eu devesse ter me fixado no centro do país, mas quem sabe o que aconteceria?

O que vai acontecer hoje, Zé Caradípia sabe bem. O espetáculo será gravado para um futuro lançamento em CD, trazendo de volta canções como Diamante, Vermelho Paixão e Estrela Nova.

- A maioria das músicas terá um tratamento camerístico, basicamente violão e voz, mas algumas terão sopros, bateria, percussão. Você pode chamar de show, mas é também meu jeito de dizer que ainda estou à procura de uma nova oportunidade. Não desisti.

RENATO MENDONÇA

Postado por José Luiz Fernandes às 07:21 horas
Sábado, 20 de outubro de 2007

1980 foi o ano

Convidado do 6º Santa Cena, o músico Zé Caradípia relembra passagem por Santa Maria antes da prisão no Paraguai

Por: Francisco Dalcol - 20/10/2007 - Diário de Santa Maria

A vida de Zé Caradípia está marcada pelo o que aconteceu em 1980. Tudo graças a uma viagem inesquecível que incluiu Santa Maria no roteiro. Nessa semana, o músico gaúcho revirou suas memórias ao voltar à cidade, para participar do 6º Santa Cena. Ele fez quatro apresentações dentro da programação do festival de teatro que segue até segunda-feira. Zé Caradípia já mostrou sua música em três CDs lançados entre 1995 e 2003. Mas ficou conhecido mesmo no começo dos anos 80, quando Zizi Possi gravou sua canção mais famosa: Asa Morena.

Zé veio participar do Santa Cena porque sua trajetória musical se cruzou com o teatro santa-mariense. Em 1980, ele veio participar do festival de teatro da União Santa-Mariense de Estudantes (USE), onde fez seu primeiro show individual. Na época, ele começava sua carreira solo depois de participar de grupos como Cordas e Rimas e Tempero. Um de seus trabalhos que ficou conhecido no meio estudantil foi o hino da União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (Uges). A época era de politização, de luta contra a repressão da ditadura militar, que já estava com seus dias contados.

Por aqui, Zé fez amizade com a banda Quintal de Clorofila, que deixou sua marca na música jovem santa-mariense com um trabalho de rock progressivo. A parceria rendeu músicas. Em Santa Maria, Zé também fez amizades com gente do teatro e das artes. Depois do festival de 1980, Caradípia seguiu por uma viagem que acabaria em prisão no Paraguai. Às vésperas de fazer seu show de 30 anos de carreira, ele contou essa história à coluna. Ah, o nome Zé Caradípia foi criado porque o músico sempre teve uma cara de piá.

Zoom - O que você lembra da vinda a Santa Maria em 1980, quando participou do festival de teatro da USE?

Zé Caradípia - Fiz muitas amizades. Uma delas foi com Dimitri e Negendre Arbo, os irmãos que formavam a banda Quintal de Clorofila. Fizemos músicas juntos... Foi uma amizade relâmpago. A gente pegava um garrafão de vinho e saía tocando. A Quintal tinha uma linguagem mais pop, para o lado do rock progressivo. Passei como influência uns toques mais sofisticados, jazzísticos. Também conheci gente quente do teatro e das artes. Um deles era o Euclides Dutra de Moraes, o Kydo. Fiz várias canções com ele, que escrevia muito, falava muito... Também fiz amizades com Sidney Schneider, Ben-Hur Dalla Porta, Neuza Thomasi, Fátima Noya... Uma turma talentosíssima, que partiu de Santa Maria e hoje está espalhada pelo Brasil e pelo mundo

Zoom - Você fala que esse ano, 1980, foi crucial em sua vida. O que rolou de tão surpreendente?

Zé - Nossa. No começo desse ano, fui para o Rio de Janeiro. Lá, passei um tempo dormindo em rodoviária e fiz amizade com um taxista, que era compositor. Foi uma baita experiência, fizemos músicas juntos. Em abril, voltei para Porto Alegre e compus o hino da União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas (Uges). Em maio, vim para o festival de teatro em Santa Maria, onde fiz meu primeiro show solo. Daqui, eu e uns amigos partimos para São Borja. Lá, resolvemos seguir de carona até o Paraguai. Foi muito legal essa experiências. Mas, três horas depois de chegar a Assunção, já estávamos presos.

Zoom - Como assim?

Zé - Nosso anfitrião era um cara que estava marcado pela polícia. Era a época do governo do general Alfredo Stroessner. Ficamos 23 dias presos, em uma cadeia de estrangeiros.

Zoom - E vocês não tiveram chance de se explicar ou defender?

Zé - Nada. Levaram todos nós algemados de moto. Na delegacia, um dos parceiros foi tirar o tênis e subiu o maior chulé. Os caras ficaram tão indignados com o cheiro que nos levaram direto para o xadrez (risos). Eles odeiam brasileiros, algo que vem desde a Guerra do Paraguai.

Zoom - E como foi a temporada na prisão?

Zé - Horrível, a gente dividia cela com bandidos mesmo. Comíamos muito mal... Batiam na gente... Fizemos até greve de fome. Lá, perdi cinco quilos. Quando saí, ainda tinha o violão, que era emprestado. Mas tive de vendê-lo para comprar uma passagem até Foz do Iguaçu. Dali, fomos para Curitiba. Quando voltamos a Porto Alegre, eu fui para um festival de música em Torres, que foi outra coisa marcante naquele ano.

Zoom - Teve música premiada?

Zé - Nada, eu não participei. Quem se deu bem foi o Vitor Ramil. Mas, em uma noite, fui à churrascaria onde estava o pessoal. Lá pela madrugada, toquei sete músicas no violão, inclusive Rebentos, que compus na prisão. O pessoal aplaudiu. Para minha sorte, estavam lá caras de grandes gravadoras que eram jurados. Um empresário da Polygram gostou do meu trabalho e me convidou para ir ao Rio. Foi muito louco porque, em um mesmo ano, eu fui preso e depois estava em um hotel no Rio de Janeiro como artista contratado.

Zoom - E você gravou o disco?

Zé - Não. Comecei a gravar algumas músicas, no mesmo estúdio por onde circulavam Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso... Só que o produtor entrou numas de me levar a cantar músicas bregas. Logo eu, que fazia um som mais sofisticado. Também queriam mudar meu nome, para algo tipo Zé Nandes, já que meu nome é José Luiz Fernandes. Aí, eu estava sofrendo uma amigdalite... E as coisas acabaram não dando certo.

Zoom - E a música Asa Morena, seu maior sucesso?

Zé - Um ano e meio depois, o produtor me ligou dizendo que a Zizi Possi estava querendo gravar. Deu que a música foi o maior sucesso dela.

Zoom - Como será o show de comemoração dos 30 anos de carreira?

Zé - Vai ser dia 24 no Teatro Túlio Piva, em Porto Alegre. Vou reunir diversos músicos que me acompanharam nesse tempo.

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Postado por José Luiz Fernandes às 07:18 horas
Quinta, 11 de outubro de 2007

Nestes últimos dias estou preparando o Show de 30 anos de carreira. É bom saber que tenho tantos amigos. Tenho encontrado grande parceria em especial do Chico Saratt, Beto Bollo, Texo Cabral, Israel (o Kiko), o Joquim Marquem (o quim) e todos os outros que irão participar no dia 24 de outubro da minha comemoração. O trabalho está enorme, coisas de artisita que não consegue patrocíniuo é pior. Eu tenho comigo de não desisitir e agradeço a Deus a força que tem me dado também.

Postado por José Luiz Fernandes às 08:00 horas
Domingo, 16 de setembro de 2007

ntem assisti ao Show do Nelson Coelho de Castro, a poesia está entranhada naquele ser. Me pegou de surpresa para cantar , estranhei o violão, mas no fim cantei uma canção dele: Força d'àgua, pena que esta música não toque todos os dias nas rádio.

Depois fui a um jantar Egípicio no aniversário de uma grande e antiga amiga: Carla Belini.

Postado por José Luiz Fernandes às 11:28 horas
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Comentários e Recados

Deco em 26/10/2008Canoas · RS

Negrinho, saudades dos bons tempos em Viamão, do Paulinho, da Eliane, da tua mãe e da Parada 40... Continuamos vivos a ativos na arte eu com meus desenhos e você com sua música, estive com o Rosa estes dias e perguntei por ti manda um contato pois estoume ativando en Canoas e podemos fazer coisas juntos. Saúde e Liberdade , André Soares.

LU em 03/08/2008Pelotas · RS

Oi, que som legal! Queria te convidar a conhecer algumas das minhas músicas. Bj e sucesso!

Betinho Vasconcelos em 10/05/2008Itabuna · BA

Ola amigo!!! Belas musicas cara!!!

parabens pelas suas composiçoes!!! Eu tbm estou batalhando com as minhas!!! Cara eu estou fazendo sociedade com

algumas pessoas nos favoritos.Vc pode me

adicionar, pra me ajudar, pois sou novo no palco,

e eu te adiciono tbm!!!

confere la meu trabalho!

http://www.palcomp3.com.br/betinhovasconcelos

www.betinhovasconcelos.com.br

Sete Estrelo em 09/05/2008Belo Horizonte · MG

Conheça o Sete Estrelo

Canções eletronicamente tratadas

seteestrelo.com.br

Cecitônio Coelho em 04/04/2008Vitória · ES

Sou teu fã há tempos, pois suas composições são maravilhosas.

Toda luz em sucesso sempre, abração GRANDÃO!!!

Lyber em 29/03/2008Pelotas · RS

bueno!!!me encanta tu trabajo, te deseo lo mejor para tu carrera, grande abrazo desde el sur.

Alquimides Daera em 12/03/2008João Pessoa · PB

Olá Zé, lembra de mim quando morava em foz do Iguaçú, estamos por aqui pelas bandas da Paraíba quando quiser vir por aqui é só falar um grande abraço.

www.alquimides.palcomp3.com.br

Marcello Dornelles em 08/03/2008Florianópolis · SC

Olá Zé...tudo bem?

Olha, quando morei em Santa Maria - RS ouvi falar muito de você através de meus grandes amigos Isa e Luiz Martins, trabalhei no Bobby Estúdio com eles.

Daí então passei também a admirar seu trabalho.

Depois já em 2005 aqui em Floripa fui produzir o 1º CD do Neko Vicentini, outro cara gente boa, mais um amigo em comum...hehehe.

Então está tudo em casa não é mesmo?

Grande abraço pra você e muito sucesso sempre.

Marcello Dornelles - Floripa - SC.

Divertido, inteligente e Sagaz! em 21/11/2007Porto Alegre · RS

Cara, legal teu som! Sem preocupação com estilo pré-definido e afins.

Tem um projeto aqui em POA que sempre busca artistas pra participar e falar sobre suas criações. É o Clube dos Criadores. Se não me engano terá sábado, dia 24/11 com o Nelson Coelho de Castro. Entra no site pra saber mais informações: clubedoscriadores.blogspot.com e já vende teu peixe.

Ah! E se tiver paciência dá uma ouvida no meu som.

Abraço!

Rafael de Albuquerque

sandro em 13/10/2007São José do Rio Pardo · SP

É um grande prazer poder conhecer melhor o trabalho do compositor de "Asa Morena". sucesso seu Zé !!!

www.palcomp3.cifraclub.terra.com.br/sandromorgante

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