Alpargatos

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OuvintesDanielle Fonseca e outros 468 ouvintes
Fã-clubeRoselves Alves e outros 47 fãs

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Pedro NectouxBateria
Bruno dos AnjosEscaleta, Teclado, Guitarra
Afonso AntunesVoz, Violão, Guitarra
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Release

O mais recente trabalho em estúdio da banda Alpargatos vem completando uma trilogia: o EP "O Chão É Lava", lançado nesta sexta-feira, parte de uma perspectiva mais sombria e distópica em comparação aos discos anteriores ("Rodovia do Parque", de 2015, e "Essa Cidade Cheia de Heróis", de 2017). O disco é um lançamento do selo Escápula Records, tem masterização analógica realizada por Marcos Abreu e mixagem assinada por Lauro Maia, que ganhou o Grammy Latino por "Derivacivilização", de Ian Ramil. A produção é do guitarrista da banda, Leonardo Braga.

No primeiro trabalho ("Rodovia do Parque", considerado um dos melhores álbuns de 2015 pela RockInPress) o grupo refletia sobre uma possível vida urbana através da transformação do mundo ao redor. No segundo, enxergava na cultura o único meio possível de resistência diante os inúmeros retrocessos vividos no Rio Grande do Sul e no país inteiro. Agora, com seis anos de estrada e mais maturidade, as letras carregam um tom muito mais futurista, caótico e até às vezes pessimista. "O Chão É Lava" fala sobre a vida quando não é mais possível resistir, onde o indivíduo precisa se encontrar no futuro que tentou evitar a todo custo. Futuro esse que não é o caos, a tecnologia e a assepsia da ficção científica, mas sim o futuro próximo, iminente, que nos bate à porta nesse exato momento.

O vocalista e compositor Afonso Antunes explica que as três canções têm em comum um processo bem íntimo de composição: "Parecem ter sido criadas antes do próprio sentido, vieram antes do estômago do que do pensamento. Só depois de escritas que comecei a refletir sobre as imagens, e aí pude aparar uns versos aqui e acolá. Mas gosto de pensar que vieram de um lugar subconsciente, exatamente com essa força da natureza de um vulcão ou um terremoto: algo adormecido, das profundezas, que emerge exatamente quando a gente menos espera. Como uma força que se liberta".

Ao longo de três faixas, o quarteto gaúcho explora mais a fundo sonoridades experimentais e eletrônicas, começando pela explosiva "Placa Tectônica", composta em parceria com o poeta Guilherme Becker. A abertura do EP fala tanto sobre um relacionamento entre duas pessoas quanto sobre a dualidade entre ser e natureza, ação e reação, causa e consequência, razão e emoção - contando ainda com a participação da cantora Saskia nos vocais, numa performance visceral e intensa.

"Bonecas Russas" chega mais bruta e intimista, com uma percussão marcante e backing vocals que parecem ecoar dentro da cabeça, onde descolamento da realidade é ao mesmo tempo sintoma do futuro que se aproxima e uma maneira de lidar com ele. "Pombais" encerra a tracklist com uma sonoridade melancólica e singela, provando que as coisas mais simples e cotidianas muitas vezes são as que batem mais forte – e também as mais bonitas. Como canta Afonso: "Mas o caminho é longo / E o tempo é luxo / Vou seguir o fluxo".

O Popload descreve a banda como "referência técnica e sonora na capital com uma musicalidade tipo-exportação, pronta para fazer uma trajetória semelhante aos seus conterrâneos Dingo Bells". Alpargatos é formada por Afonso Antunes (vocal/guitarra), Bruno dos Anjos (baixo), Leonardo Braga (guitarra) e Pedro Nectoux (bateria). O grupo já integrou o lineup de festivais como Morrostock e MECAFestival, além de ter sido selecionada como uma das três bandas brasileiras finalistas na categoria de videoclipes do 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul com "Essa Cidade Cheia de Heróis".

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Como A Gente Perde Tempo

Composição: Afonso Antunes

O céu me diz Toda manhã Que o azul mora em meus olhos Você me diz Quando sorri Que toda a tristeza mora em mim Você mora àlgumas quadras daqui Você mora em alguma nota si Mas eu queria te ver lá Pintado a giz Todo o amanhã Não guarda mais do que os teus olhos Pode nublar Pode chover Que tudo que tiver de ser Estará lá Ahhhh, como a gente perde tempo Ahhhh ,como a gente perde tempo Fazendo tempo Fazendo tempo Você mora àlgumas quadras daqui Você mora em alguma nota si Mas eu queria te ver lá Se os meus passos ouvissem meus versos

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