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DZ101

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Cidade/EstadoDiadema / SP
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Amarte

Composição: Sergio de Oliveira

Eu não... Sou santo nem escroto, tenho a lucidez, do que é ser um louco. Sei que o simbolismo é gasolina para o fogo, não sou astuto como quem joga esse jogo. Tenho muitas espadas, e a honra de poucos, um passo de cada, primeiro um pé, depois outro. Palavras são palavras, entram no ralo e saem no esgoto, não me tiram mais do serio as neuroses dos outros. Eu decido, o que deixo me atingir, se abraço quer dizer que a carapuça acaba de servir. Que passo por conflitos, não vou mentir, só não posso deixar que se apossem de mim. Pego papel e caneta, e com vocês venho dividir, sinto a emoção da trilha e descarrego tudo ali. Sem barragens, represas, deixar a agua fluir. Ó amada arte, obrigado por você existir! Refrão: (2x) Tirem a bombeta, e as letras da gaveta. Mostrem a calvície, se acumular cê não aguenta. Se explodir, que seja tinta no papel. Liberdade de expressão, a queda da torre de babel. Colagem: (Ó vida, repleta de perguntas repetidas, de intermináveis filas dos incrédulos, de cidades cheias de tolices, Qual a melhor delas? Resposta: Que você esta aqui, que existe vida, e identidade, que a poderosa peça continua, e você pode escrever um verso). O grave do beat, mantem o clima exato, como trilha sonora das palavras que falo. Abalando a estrutura, fazendo tetos virem a baixo, melodiando com notas o meu vomitaço. Desatando nós, descontruindo laços, cada vez mais leve, menos apegado. Sem empurra, empurra, valorizo cada espaço, pra mim Deus é arte e o santuário é o palco. Refrão: (2x) Tirem a bombeta, e as letras da gaveta. Mostrem a calvície, se acumular cê não aguenta. Se explodir, que seja tinta no papel. Liberdade de expressão, a queda da torre de babel. Colagem: (Qual seria o seu verso)?

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