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DZ101

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Cidade/EstadoDiadema / SP
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Deletério

Composição: Sergio de Oliveira

É hora do rush, ainda é noite. Palidez maquiada, corada com blush. Fome de carne, sede de sangue. Sua inocência um sinal verde pro lanche. Monstros devorando a humanidade. Até que não restem, humanos de verdade. Corações que batem bombando sangue dark. Pelas artérias da insanidade. Uma raça escrava da ilusão e do medo. Estagnados na permanência do ego. Refrão (4x) Insensíveis, para sentirem o amor. Importantes de mais, para notarem uma flor. De onde menos se espera, sai alguém contaminado. Já vi homens espertos, se transformarem em gado. Caio do rebanho e começo a bater asas. Lobo sem matilha, o pastor é minha caça. No meio das ovelhas, eu sou a desgarrada. No mundo das maquinas, sou peça quebrada. Um exército de clones, homens que usam nomes. Sombras que usam homens, que usam homens. A imagem e semelhança do homem, usando sombras. Que usam homens, que usam homens. Corações que batem, bombeando sangue dark. Nos afastando da divindade. Uma raça escrava da ilusão e do medo. A comida diária do pai dos morcegos. Refrão (4x) Insensíveis, para sentirem o amor. Importantes de mais, para notarem uma flor.

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