Grito De Guerra - Faixa 10 - (Ato 3)
Composição: Fernando Alva.Nesta guerra não se luta com a força da mão,
Quem tenta ser herói, termina no chão.
Pois na batalha do espírito, a regra é severa:
Não somos generais, somos pó, somos terra.
Somente um tolo toma a frente sem direção,
Tendo o próprio Cristo como o Capitão.
Mas quando a cova se abre e o leão aparece,
A coragem humana logo desaparece.
O Senhor examina o coração de quem entra,
A justiça é o cheiro que a fera enfrenta.
Como Daniel, que desceu sem ter culpa alguma,
O anjo espantou o perigo, e toda a dúvida se esfuma.
Jesus ofereceu a face como um grito de guerra:
"Não há falha em mim, nem no céu, nem na terra!
Você não me fará cair, o mal não tem raiz,
O erro está em você, não no que eu fiz!"
Ele ignorou a dor pra mostrar a verdade:
Quem mata a própria carne, vence a vaidade.
Quando o Espírito reina e o homem diminui,
Somos imbatíveis, firmes nas promessas de Jesus.
Não foi fraqueza, foi domínio total.
Suportar o açoite sem devolver o mal.
Ele sabia que a força não vem de fora,
Mas do Espírito Santo que na alma mora.
Se o inimigo odeia quem já é salvo,
Imagina o peso de quem se torna um alvo,
Ao levar a mensagem que liberta os perdidos?
Nós somos provados, em tudo somos medidos.
Então que venha o leão, que venha o teste,
Eu visto a armadura que o Capitão veste.
Não julgo, não falo, apenas confio,
Atravesso a fornalha, atravesso o rio.
Pois quem não teme a morte e o "eu" já matou,
É perigoso pro inferno, como o Mestre ensinou.
Jesus ofereceu a face como um grito de guerra:
"Não há falha em mim, nem no céu, nem na terra!
Você não me fará cair, o mal não tem raiz,
O erro está em você, não no que eu fiz!"
Quando o Espírito reina e o homem diminui,
Somos imbatíveis.
Firmes…
Firmes!
Firmes nas promessas de Jesus.

