Nego Johnson

Cidade/EstadoSão Paulo / SP
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Jefferson Luiz Estevão de Moura, conhecido como NEGO JÉ, nasceu no dia 4 de abril de 1992, na cidade de São Paulo. Teve um inicio de vida difícil morando na periferia de São Paulo, no Jd. São Jorge. Logo nos seus primeiros anos de vida, passou por uma doença de pele gravíssima, que chegou a colocar em risco a sua vida.
Primogênito de seis filhos de Luiz Carlos e Edna, que ainda eram menores de idade, e enfrentaram alguns problemas relacionados a moradia e convivência em família, moravam num quartinho pequeno no mesmo quintal com seus avós paternos.
Desde pequeno, Jefferson, sempre se mostrou uma criança muito curiosa, inteligente e educada, gostava de sair e visitar seus parentes que moravam em diversas localidades de São Paulo, sempre teve facilidade pra identificar os lugares por onde passava apenas uma única vez. Como uma criança curiosa, gostava de acompanhar seu avô materno, apelidado “vô Marcão”, que consertava tv, radio, chuveiros, e gostava de fazer “gambiarras” por toda a parte. E assim descobriu uma de suas vocações para concertar equipamentos danificados.

Como toda criança de periferia, sempre sonhou em ser jogador de futebol, e ao lado de seu primo Lucas, sonhava grande, em quem sabe ser um grande ídolo no time do São Paulo F.C. time esse, do coração desde pequeno. Mas particularmente, futebol nunca foi o seu forte.
Por ter sido criado num ambiente cercado de musica, principalmente musica negra, sempre gostou de musica, independente do ritmo. Dentro de casa, seu pai, detinha vários discos e tinha um som bastante alto, no qual sempre ouviu musicas a uma altura bastante desagradável aos vizinhos, não para o Jefferson, que adorava ouvir musica alta. Por consequência, isso gerou um problema de audição muito serio, ainda na infância, mas como guerreiro que sempre demonstrou ser, conseguiu superar com algumas dificuldades.

Neste mesmo período, por gostar muito de musica e estar sempre atento ao que o seu pai tocava em casa, ele começou a se arriscar nas festas de família, nascia ali o primeiro amor real pela musica. Com este sentimento pela musica, nasceu também a vontade de ser DJ. E não faltava oportunidade para que ele pudesse mostrar suas qualidades como bom ouvinte e bom tocador.
Um dia, voltando de um festival de dança de primavera, que a escola onde ele estudava promovia, todo feliz com a medalha de primeiro lugar no peito, ele olhou da rua para a janela do quarto de sua avó, ali estava o irmão do seu pai, que vez ou outra, sempre estava naquele mesmo lugar olhando o movimento e cantando algo diferente. Naquele dia, Jefferson resolveu matar sua curiosidade sobre o que era aquilo que seu tio fazia sempre. E ao chegar à porta do quarto da avó, fez, sem ter conhecimento, o seu primeiro contato com o RAP, pois descobriu que era aquilo que o seu tio Wagner fazia, CANTAVA RAP. E demonstrando grande interesse pelo compromisso do tio. Que dias mais tarde apresentou os integrantes do grupo, no qual ele fazia parte, o grupo JUSTIÇEIROS REVOLUCIONARIOS, onde o DJ do grupo prometeu ensinar algumas artimanhas da DISCOTECAGEM, coincidentemente o DJ chamava-se Jefferson.
Depois dessa descoberta, começou a acompanhar sua avó em alguns shows do seu tio, e se identificou com a forma das pessoas se vestirem, de andar e falar. A primeira musica que marcou realmente, e chegou a arrepiar quando tocou foi do RZO, com o RAP “O TREM”, num show no estacionamento do Mercado de Pirituba.
Ainda em Pirituba, novo endereço do seu primo Lucas, conheceu um amigo chamado Wagner, que se vestia de uma forma diferente, pois sempre foi amante do movimento hip-hop, naquele momento, manifestou-se a vontade, ainda sem muita prentenção de cantar RAP, vendo a criatividade de seu amigo, que improvisou um gravador e um fone de ouvido como microfone, para gravar um RAP com o pessoal da rua onde ele morava.

Por volta de 2004, descobriu que na sua rua, tinha uns colegas que faziam parte de um grupo de RAP que chamava OPÇÃO DE DEFESA, e era apadrinhado pelo Sonny, vocalista do grupo ROTA DE COLISÃO, e o primeiro som que ele ouviu foi “O PODEROSO CHEFÃO” num CD gravado ao vivo.

Nesse mesmo ano, teve uma festa em comemoração ao dia das crianças no bairro, e seus amigos cantaram. Ali, o desejo maior de cantar se manifestou de forma absurda, e seguindo sua vontade, resolveu fazer uma musica, apenas com a intenção de cantar no dia das crianças do ano seguinte, nasceu então “AQUELA CURTIÇÃO”, primeira composição assinada como Jefferson Moura. Que descobriu uma vocação parar escrever, além de letras, poemas.

No ano seguinte, se integrou ao grupo OPÇÃO DE DEFESA, e começou a compor um trabalho com Dido, Macario, Felipe, Flavinho e Nilmar. Com o passar do tempo, alguns integrantes acabaram deixando o grupo, e de uma turma de 6 integrantes, no fim de 2009 passaram a ter apenas 2 (Dido e Nego jé). Em 2010, o dido também saiu do grupo, deixando como “herança” o nome OPÇÃO DE DEFESA aos cuidados do Nego Jé.

E ainda em 2010, se integraram ao grupo Carvalho e Botelho com uma participação no grupo. Desde 2010, Nego jé, Carvalho e João Vitor – “mascote” do grupo, segue na parceria, Prosseguindo a Missão que foi iniciada desde meados do ano de 2000.

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