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Rafael Abner

Cidade/EstadoGuararema / SP
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Cadência (Demo)

Composição: Rafael Abner

O silencio é a poesia entre as palavras Saudoso Assis, que Sem cisma sem susto Foi quem sempre quis... TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES moldada nas coxas em taipas de pilão e pau a pique Faço do falso uma clava num repique que repara E o que se mistura também se separa Manauara menino que bebe da fonte do igarapé sem isso eu num seria com a sua permissão Noel, e eu sei q c quer lustra em minha alma a Bohemia E na recaída o canto me conta Que q quanto mais eu caio mais eu vou perdendo a conta E peço uma ajuda p minha cura Cariris, xocós, tupis Folha de arruda sempre pura ser quem sempre quis Pó preto q vicia, na bacia tem café chá mate erva que n mate, mas fica de pé dedilha sua ira com a líra de José há quem prefira, defira 3 tiros no pé a bete balança, ginga de caipora carcara em cambuquira proseia pro mundo a fora caipira brasileiro rumo a direção da feira flow brabo swingado na ginga de capoeira Desço ligeiro e sinto o cheiro da floresta no nevoeiro pra essa mata eu faço uma seresta senta na calçada o violeiro vai tocar e da mulher amada o peito dele vai chorar canta um cartola com sotaque em youruba Adoniran barbosa fim de tarde toma um chá Que Da Elis a Regina breve num paro nunca Um sorriso leve bêbado de Zelia Duncan toquinho tocando de frente pro mar de costas pro bar, me faz lembrar laraia um menino, que se perdia na levada do trompete que costurava o som do mar 40graus floripa mais um dia ventilador quebrado, suor misturado e eu deitado na alegria corre pro mar só não esquece o violão que eu quero deitar e fazer uns deirundón Para, pensa, talvez c nem precisa Monta no Palio 2003 aquele cinza Ta quebrado o para brisa, o parachoque De preguiça nem tem torque Na sorte e improviso aviso que tamo no forte Na barra na joaca Sei que c é fã da lagoinha mas sepa nem pega nada canas Campeche jurere ou um jet em jacumã guardar dinheiro pra passa uma tarde em itapuã independente da ferida, a alma fica querida de acordo com as praias q ela conheceu em vida o brasileiro insiste e vive aquele q existe e canta, num desiste e levanta ate que rasguem a garganta a mente a mil mas na vida ta calada o grito sai pela viola enluarada pelo tapa no pandeiro, pela dança no terreiro na herança do pretin que ta de pé o dia inteiro Brazuca cravejado da quinta essência Cadencia que bate no peito e desde o parto Prova essencia entre o ventre e compasso renova se o passo, rei congo cangaço cantando aquilo q cmg eu carrego no traço Talento O samba mais bonito é cantado no momento Musica daqui é pra fazer sorrir Qualquer lugar em cima do chão e debaixo do ceu tá bom p mim Ngm cantava o que eu queria ouvir fui la e fiz um som preto que parava quem o fazia rir sepa eu tenho um dom moço teimoso só trabalho pelo almoço trabalha a toa trabalho grosso, vai respirar eu ouço minha inspiração é inspirar as pessoas E a jaca so pra cheira bem Doce suave que aguça eu sou refém E vem me dar um abraço sem espaço E sem tempo e ai prometo q tudo fica bem Nessa terra a gt canta feliz a tristeza

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