ACRATA

Cidade/EstadoUberlândia / MG
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Oposições

Composição: ACRATA

E eu vivendo tempestade, regada a maldade, sem nenhuma liberdade, perdendo a sanidade, matando sem piedade, não perco minha oportunidade, não tem reciprocidade, vou impor minha potestada. Não quero mais amizade, geração de suicide, fazendo de má vontade. Olho na cara do medo, não escondo nenhum segredo, tu não me tira de brinquedo, que eu não vou morrer tão cedo. "Cês" não tem nenhum progresso, e eu não retrocedo, na sobriedade me elevo, enquanto vocês "tão" tudo bebâdo. Eu voltei ACRATA, rangendo os dentes, apontando as armas, decarregando o pente. Não vim aqui pra fingir, e nem quero enganar, que falsidade é mato e mato é bom pra camuflar. Tá todo mundo vazio, sorrindo pro nada, a podridão que eu respiro, sai da sua boca escancarada. Copos cheios e mentes vazias, corpos em fogos e camas frias. Mágoas consumindo a mente escrava, jogados no poço do ego, vivendo a grande saga, criando vermes como em água parada, copos e corpos gritando pela madrugada. Sentimentos em pedaço, esperança despedaço, mastigando aço, vai sobrar só estilhaço, com soriso de palhaço, com facada "tamo" acostumado. Na famuça me desfaço, nas costas só o cansaço, acertando ponto fraco, e não vem encher o saco, que "nz" arma é um barraco, muito nego emocionado.

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