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Eita Moço

Composição: AFAL

AFAL Eita moço Aí valorize tudo aquilo que seu coração sentir que deve ser valorizado, porque o coração erra mais erra tentando acertar, alguns caminhos são duvidosos e cruéis, mais é só passando por eles é que a gente vai poder tirar a conclusão, escuta isso aqui. “Êita” moço levanta a cabeça guerreiro, num justifica desandar pra amenizar os erros, o tempo não volta mais e se voltar corrige e faz, melhor do que “cê” fez vive a vida rapaz, quanta gente nessa luta que dá o sangue por você, vibrou com sua vitória mesmo antes de nascer, as amizades sinceras moço que “cê” conquistou, o barraco de madeira o primeiro amor “pô” então, vamos na labuta “véi que eu tô” junto contigo, se precisar pode chamar mano que eu já “to” indo, a loucura da fumaça só endoida a família, enquanto “ocê” curte viagem quem tá sofrendo e sua filha, chamando vizinho “acodi aqui” meu pai tá morrendo, chama o SAMU por favor meu pai e tudo que eu tenho, eu sei que o tempo e sábio e só aprende quem quer, são muitos exemplos mas poucos aprendem qual é. 1X Mas o tempo é um amigo precioso que faz questão de jogar fora aquela mágoa vencida que ficou. “Temu” que reaprender a viver com as pessoas, independente dos problemas das escolhas, se a gente conviver junto se torna uma só família, e ninguém arrebenta essa corrente quando o elo firma, “o universo é reflexo do nosso mundo interior”, como dizia Gandhi quando lutou pelo amor, então levante a cabeça e ajude as pessoas anda moço, e que daqui pra frente seu mundo venha a ser outro, tente manter respirando sempre o seu espírito, amar Jeová sobre todas as coisas é um bom caminho, de chance as pessoas pra que elas possam crescer, e as portas vão se abrir também pra você, “gente nasce gente morre” nesse mundo todo dia, quem vive o amor vive mais e constrói família, eu sei que o tempo e sábio e só aprende quem quer, são muitos exemplos mas poucos aprendem qual é. 1X Mas o tempo é um amigo precioso que faz questão de jogar fora aquela mágoa vencida que ficou. “Êita” moço tem muito irmão que ama o rap, casa, vai preso, mais num larga prossegue, tá no sangue necessita da batida pesada, correndo nas veias a levada falada, o bigode embranquece cabelo cai mais tá firme, verdadeiro eu primeiro isso é o que define, o repeiro de verdade que ama o que faz, muitos anos nessa luta não desiste jamais, se for “pô nu papel o que gastô” compra uma casa, mais isso num importa pra quem ama a quebrada, a minha mensagem é pra quem corre tá que na ativa, jamais desista do que “cê” ama nessa vida, ai seu moço o tempo faz as obra mais cobra, quem anda pelo certo mano nunca perde as hora, eu sei que o tempo e sábio e só aprende quem quer, são muitos exemplos mas poucos aprendem qual é. 1X Mas o tempo é um amigo precioso que faz questão de jogar fora aquela mágoa vencida que ficou. Eu nunca pensei que fosse tão difícil, Eu me entender com tudo isso.

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Latinidade, 2008, Independente

A periferia, havia descoberto o grupo AFAL, não era só o quintal de casa, mas toda a América Latina. Um trabalho iniciado em 2003 e 2004, hoje colhe seus frutos. A militância não poderia ser só pelo que a vista alcançava, mas por toda a terra, que era a mesma, América Nativa. Daí nasce a visão política do grupo. Che, Zapatistas, Movimentos Guerrilhas...

Entre 1995 e 1996 nasce o grupo Inquérito Urbano, que já percebe que é preciso protestar e sair pelas ruas da ZO apresentando seu trabalho. Em 97 gravam Relato Suburbano, a primeira experiência com voz em estúdio. De 97 a 2002 muita coisa mudou. O nome do grupo passa a ser Aquisição FAL e já iniciam um trabalho que visa a maior qualidade e representatividade, não mais apenas da ZO, e sim da cidade de Anápolis no cenário que vai se fortalecendo no centro-oeste.

Em 2003 o espanhol passa a ser pesquisado dentro do quarto e sem algum auxílio. O pouco material sobre a grandiosidade daquela língua encanta e de alguma forma faz nascer o interesse pela cultura latina. Buscam contatos, buscam estudos, e leituras. E surgem os primeiros versos escritos em espanhol. O caminho aberto pela rede mundial de computadores, a internet, diminui a distância, e em 2006 conseguem estabelecer as primeiras parcerias com os pessoais do México, do Chile, e da Colômbia.

Ainda que seguindo a linhagem Gangsta, em meados de 2004 iniciaram uma extensa pesquisa musical pela raiz da música brasileira, latina e do mundo. Compram um computador usado com o resultado das primeiras apresentações, e no fundo de casa montaram um pequeno estúdio e passam a trabalhar diretamente com suas produções, aprendendo e experimentando todas as coisas que descobriam. Sem perder a raiz prevalece a batida pesada e arrastada.

O single Marginal latino resume, mas não reduz, todo o percurso do grupo. Com a formação de Mzhy, Kaeme e Wesley nos backs, unem Anápolis e Aparecida de Goiânia nesse novo contexto: o da música como ferramenta de transformação política latina. E sem esquecer as mazelas que maltrata o Centro-Oeste. Sem esquecer as mazelas que foi o primeiro alento do grupo: as ruas do Suíço, do Parque das Nações, da Santa Cecília, do Morro do Cachimbo, e dos manos que sempre perguntavam: - E o disco, sai quando?

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