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Aládio Dullius

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EstiloRegional
Cidade/EstadoSanta Rosa / RS
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Meu Cantar

Composição: Acyr Marques... Ver tudo
Houve dias que o canto era lonjura, Sonho guardado no peito, em silêncio, Desde guri, uma chama na escura, Guardada a sete chaves, no meu tempo. Eu olhava a estrada tão comprida, Achava que a voz não alcançava, Mas Deus me guardava pra essa lida, E no silêncio Ele me ensinava. Hoje eu sei, não canto por aplauso, Não canto por vaidade ou por palmas, Eu canto pra ser ponte, ser abraço, Um laço de melodia entre as almas. Cada verso que eu solto é oração, Cada nota é um abraço que consola, Se Ele for o maestro, o meu violão Vai seguir tocando esperança por aí afora. Entendi que cantar é ser o canal, Onde o céu deságua no chão batido, Não é meu, é um dom divinal, Que me foi confiado e prometido. Levar mensagem em forma de cantiga, É cumprir o que um dia foi promessa, Ser candeeiro na noite da vida, Pra quem escuta com a alma acesa. Hoje eu sei, não canto por aplauso, Não canto por vaidade ou por palmas, Eu canto pra ser ponte, ser abraço, Um laço de melodia entre as almas. Cada verso que eu solto é oração, Cada letra é carinho que conforta, Enquanto Ele for o maestro da canção, Meu canto há de bater de porta em porta. Obrigado, meu Deus, por guiar meus passos, No campo escuro foste meu luzeiro. Obrigado a vocês, por tantos abraços, Que fizeram do sonho, esse cancioneiro. Seguimos juntos, que a estrada chama, O pampa é grande, mas Deus é maior, Enquanto houver voz, haverá chama, Enquanto houver canto, haverá amor! Enquanto Ele for meu maestro, eu vou cantando, Tocando corações, espalhando esperança, Foi promessa divina que sigo levando, No compasso da fé, na milonga que não cansa.

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