Banalidades.
Composição: ARLINDO CONVENTO FILHO.BANALIDADES
Coisas tão banais,
Poesia do dia a dia,
Versos tão iguais
Que repito com maestria.
Castelos ficam vazios,
Inundam a minha alma
De súbitos arrepios,
Roubam da calma a plenitude!
Não fosse esta simplicidade,
Certamente estaria mudo,
Não veria a felicidade,
Lamentaria a existência de tudo!
Arcofi.
Barra Bonita, SP.
13/08/1983.
Edição: 02/06/2026.
