Blake RimbaudCidade dos Novos Amantes2.948 plays
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Cavando

Robson Mattos "Sombiro" / Edu Planchez

Cavando, cavando, cavando. Cavando, só sei cavar (bis)
Uma, duas, três, trezentas mil camadas (bis)

Um peito assim tão profundo contém muito mais que um simples oceano (bis)

Cavando, cavando, cavando. Cavando, só sei cavar (bis)
Uma, duas, três, trezentas mil camadas (bis)

Um peito assim tão profundo contém muito mais que um simples oceano (bis)

Meu peito é a vagina do mundo, a porta do passado e do futuro
Quando o fundo do fundo for encontrado não mais serei
Mas o fundo do fundo já se fez cinema
sob as teias de teu espelho esquecido,
o fundo do fundo da grande noite irmã das flores

Quem é capaz e tem coragem bastante para expor sua cabeça
ao aço do meu sabre gigante?

O grande ventre ficará exposto aos insetos do além
O grande ventre ficará exposto aos raios do verão eterno

Um peito assim tão profundo contém muito mais que um simples oceano (bis)

Cavando, cavando, cavando. Cavando, só sei cavar (bis)
Uma, duas, três, trezentas mil camadas (bis)

Um peito assim tão profundo contém muito mais que um simples oceano (bis)

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Cinco músicos, amigos que se encontram na vida e no palco sob o signo do visceral para saudar o existir, questionar os valores vigentes, bradar por justiça, liberdade, consciência e atitude.

Edu Planchêz, poeta seguidor da tradição dos grandes poetas visionários, integra essa banda de poesia elétrica primitiva pelo puro prazer de derramar sobre a sensibilidade das pessoas tonéis de poesia, usando para isso a voz e a engenharia sonora dos irmãos músicos.

As canções são um convite ao intenso, ao deliro e a reflexão. Armados de um Rock híbrido desconcertante, com toques do maracatu, de cantos indígenas e outros sons terrestres, essa banda eficiente, vai abrindo os portais da literatura universal e do auto-conhecimento, sem deixar de lado o furor urbano, a profecia, o ode a natureza interna e ...

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