Espelho Da Brasa (2)
Composição: Maria Aparecida de Almeida.Entre o calor da lareira e da fuligem
Nasceu a flor que o destino não viu
Mas no espelho da brasa um brilho surge
E a gata borralheira se descobriu
Voa em seus sonhos,além que a vista alcança
Entreo o calor da lareira e da fuligem
Nasceu a flor que o destino não viu
Mas no espelho da brasa um brilho surge
E a gata borralheira se descobriu
Ah gata borralheira
Na casa grande entre a sombra e o pó
Varria o dia sentindo-se só
Gata borralheira na dança da lua
A magia te espera, a sorte é sua
Brlihe, menina, não tenha receio
Entre o calor da lareira e da fuligem
Nasceu a flor que o destino não viu
Mas no espelho da brasa, um brilho surge
E a gata borralheira se descobriu
Na casa grande, entre a sombra e o pó
Varria o dia sentindo-se só
Com o rosto sujo de fuligem e dor
Sonhando acordado com um pouco de amor
Gata borralheira na dança da lua.
A magia te espera, a sorte é sua
Entre o calor da lareira e da fuligem
Nasceu aflor que o destino não viu
Mas no espelho da brasa, um brilho surge
E a gata borralheira se descobriu

