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Dy Fuchs

Dy Fuchs

Cidade/EstadoCarapicuíba / SP
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Morrendo De Medo

Composição: Dy Fuchs.
Somente restam as cinzas do final Que dentro do meu peito tem um peso surreal Não vejo como dar nenhum outro jeito Admita: estamos morrendo de medo, morrendo de medo Somente restam as cinzas do final Que dentro do meu peito tem um peso surreal Não vejo como dar nenhum outro jeito Admita: estamos morrendo de medo, morrendo de medo O frio na barriga e o encontro dos olhos Foram com o tempo trocados Pelo gelo sólido Os sonhos desfeitos moram na lixeira E penteadeira velha já nem fala mais Ela só repete o que você dizia: Que já não adianta mais olhar pra trás Somente restam as cinzas do final Que dentro do meu peito tem um peso surreal Não vejo como dar nenhum outro jeito Admita: estamos morrendo de medo, morrendo de medo Somente restam as cinzas do final Que dentro do meu peito tem um peso surreal Não vejo como dar nenhum outro jeito Admita: estamos morrendo de medo, morrendo de medo morrendo de medo morrendo de medo (morrendo de medo)

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