Elipê

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Mateus LopesViolino
DidhioBaixo
Thiago ColaresViolão, Guitarra
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Release

A Elipê foi idealizada por ex-integrantes de uma banda de punk rock, que resolveram investir em uma sonoridade de rock mais envolvida com MPB e letras poéticas, mesclando o peso das guitarras com a suavidade de um violino e com uma voz feminina marcante. Depois de algumas mudanças, a banda estabeleceu sua formação atual em 2006 e, hoje, é composta por Paula Noyb (vocal), Mateus Lopes (guitarra e violino), Thiago Colares (guitarra), Hamilton Melo (baixo) e Eduardo Lopes (vocal e bateria).

Em 2007 a Elipê gravou seu primeiro CD, "A Tela", que primeiramente foi disponibilizado na Internet. Sua música de trabalho, "Flores do Éden", é um relato de experiências pessoais do guitarrista e violinista Mateus Lopes: "Uma balada que vai ganhando corpo durante sua execução e termina pesada". Além de Flores do Éden, o álbum é composto por mais dez canções que passeiam entre a voz doce e marcante de Paula, as melodias fortes de guitarra, a suavidade do violino e os guturais do baterista. Além da gravação do CD, a Elipê fez shows com Nando Reis e os Infernais, com o Teatro Mágico e lançou seu projeto Elipê Convida, que durante alguns finais de semana, reuniu bandas do cenário baiano e nacional, como: Luxúria, O Círculo, Cof Damu, Canto dos Malditos na Terra do Nunca, Pirigulino Babilake, Enio e a Maloca, Eva Cavalcanti, Os Irmãos da Bailarina, Matiz, Indúbio, Nitera, Macário.

Em março de 2008, aconteceu o lançamento ofical do CD "A Tela", com um show cheio de atrações epeciais, como Pedro Pondé (O Círculo) e Pietro Leal (Pirigulino Babilake). Em abril, foram retomadas as atividades do projeto Elipê Convida, que ja teve duas edições: a primeira contou com as bandas baianas Indubio e Macário e a segunda com os paulistas do O Teatro Mágico e os soterapolitanos do O Circulo. Após uma breve pausa para reformulações de repertório e novas gravações, a Elipê retornou ao seu ritmo de shows e vem se apresentando periodicamente na cidade de Salvador. Em agosto de 2008 a Elipê participoudo concurso nacional de bandas do Guaraná Antártica, o Gas Sound, exibido pela Rede Tv, que contou com a inscrição de cerca de 5.000 bandas de todo o Brasil. A Elipê ficou entre as 20 classificadas para a eliminatória regional, realizada em Refice, e entre as 10 bandas para a semi-final, realizada em São Paulo.

Em 2009 participou do Palco do Rock, quando o importante evento do cenário baiano completou 15 anos, e recebeu três prêmios na ocasião: Melhor material enviado, pelo cd "A Tela"; Momento em destaque, por Mateus no violino e Banda Revelação, conquistado através de voto popular. Também no começo de 2009 a banda iniciou a produção do segundo CD e encontra-se em estúdio gravando com André T.. O trabalho está previsto para ser lançado nos próximos meses.

Elipê é:
* Paula: Voz
* Mateus: Guitarra / violino
* Didhio: Baixo / backing vocal
* Dudu: Bateria / Voz
* Thiago Colares: Guitarra

Sites:
www.elipe.com.br
www.fotolog.net/_elipe_
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2182409

Contatos:
contato@elipe.com.br

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O Céu

Composição: Mateus Lopes

Por mais que eu espere que as pessoas beijem os seus próprios céus Nunca irei desistir de acreditar que todos possam enxergar que a pureza ainda vive depois Não quero me animar porque encontrei uma luz que me usurpou Quero levantar Não posso imaginar que o mundo mudou Desde que a poesia acabou Eu quero o meu céu Sem núvens de fel O que importa é viver É amar, é crescer E nada vai me fazer sucumbir Eu quero o meu céu Sem núvens de fel Nada mais fará ser O que não há porquê E a beleza ainda vai persistir O que de mais belo existe Um sorriso sonhador De um coração tão puro E o pulso acelerado Por ter a subversão De ousar amar os olhos sem razão Eu quero o meu céu Sem núvens de fel A loucura de ter Sempre que esconder A verdade que levo até explodir Eu quero o meu céu Sem núvens de fel Nada mais fará ser O que não há porquê E a beleza ainda vai persistir Eu quero o meu céu Eu quero o meu céu... Eu sei a ferida que causa essa dor que cega e amedronta É fruto de outra insegurança bem maior O âmago é corrompido pela vaidade dos tão sãos e tão vãos...

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