Meu Castigo Preferido
Composição: Eduardo Pompeu.Você só vem quando quer prazer,
E eu finjo que não vou perceber.
Falo pra mim que vai ser a última vez,
Mas quando encosta, eu me perco outra vez.
Teu cheiro ficou no meu travesseiro,
Tua voz ainda mora em mim inteiro.
E quando cê vai sem me avisar,
Meu peito chora, pedindo pra te esperar.
Juro que tento ser forte,
Mas teu beijo muda minha sorte.
Eu me perco na tua intenção,
Mesmo sabendo que é ilusão.
Você me deixa louco em mim,
E eu volto pra você no fim.
Você me faz tão bem, mas me destrói também,
E eu não sei viver assim.
Você me faz sonhar demais,
E depois me deixa em paz.
Mas quando vai embora, sem tempo pra voltar,
Quem é que vai me explicar?
Quando tá aqui, o tempo para,
Mas quando some, a saudade dispara.
Meu corpo sente, minha alma chama,
E o coração te quer na cama.
Digo que é fim, mas não consigo,
Você é meu castigo e meu abrigo.
É o erro que eu quero insistir,
Mesmo sabendo que vai doer em mim.
Você me deixa louco em mim,
E eu volto pra você no fim.
Você me faz tão bem, mas me destrói também,
E eu não sei viver assim.
Você me faz sonhar demais,
E depois me deixa em paz.
Mas quando vai embora, sem tempo pra voltar,
Quem é que vai me explicar?
Se eu fosse razão, já teria te esquecido,
Mas o coração não ouve o que é proibido.
Você é veneno e é abrigo,
O meu castigo preferido.
Você me deixa louco em mim,
E eu volto pra você no fim.
Você me faz tão bem, mas me destrói também,
E eu não sei viver assim.
Você me faz sonhar demais,
E depois me deixa em paz.
Mas quando vai embora, sem tempo pra voltar,
Quem é que vai me explicar?
Você é o erro que eu quero amar.
