Filosofia de Rua

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Filosofia de Rua é um grupo que faz jus ao nome que leva. Suas letras, melodias e flows são atemporais, expressam os dilemas do dia a dia das ruas, com músicas que trazem reflexão sobre si mesmo e boas atitudes para com o mundo.Ícone no rap nacional, o grupo nasceu em São Paulo-BR no inicio da década de 90, mais precisamente em 11 de setembro de 1991, formado por Dj Man, Big Ugli C.I., Canhoto – formação que se mantém até os dias atuais. Ao longo da carreira, cinco álbuns foram lançados com muitas canções que fizeram sucesso, como o seu primeiro álbum, “Valeu a Experiência” (1994), com a música: “Se o mundo inteiro pudesse me ouvir”; o “Da Rua” (1996), que chegou as ruas com aclamada, "Histórias do Coração" - sucesso que permaneceu na programação da MTV brasileira durante meses; o “Remixes”, com o remix de sons que havia se tornado popular e o lançamento da música inédita, “A banca é nossa”; o vinil single "As Histórias Continuam..." (2002); o Unificação (2005) e a música "Malandro e não Ladrão" (2010), faixa do álbum virtual “DvoltaAoJogo”. Além da participação em importantes coletâneas do Rap Nacional. Atualmente o grupo trabalha para o lançamento do “Era Pra Ser Assim” o mais novo álbum, intercalado com a agenda de shows

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Re-Vo-Lu-Ção (Grito da Periferia)

Composição: Filosofia de Rua

Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Senta e pega essa visão Corra pelo que é bom Só vê quem tem o dom (chega, chega) Mas não saia do tom Sente, que é diferente É pra abrir a sua mente É feito pra você Pra você, pra você Bem sei, eu vi, outra vez tamo aqui Por vocês, porque sim O gueto vive sim, porque sim Sonha que vai nos aniquilar Sonha que nós não tem voz pra lutar Pensam em nos destruir, já era Multiplicamos vírus Umbrella Querem ver o nosso fim Mas esquecem que somos o fim Se nós for pra rua mermo, é estopim Temos que acordar e mostrar que não é assim Eu já te falei que eu não tô moscando Minha rima é navalha, sola de malandro Que entra na mente e todos os planos E deixa seus mano tudo castelano Vim pra revolucionar, pra me eternizar Nem que seja pra enforcar em praça pública Pois se a gente pôs lá Também temo o poder pra tirar e exemplificar Enrolar a corda no pescoço, no meio do povo Pois, definitivamente Eles acham que somos trouxas Então revolução tem que ser na base da forca Justiça e paz, nem que seja à força Sim, delito tem pra escolher Sim, mas você finge não ver Sim, desde os anos 90 tamo falando Que a mídia vem pilotando Esse é o ponto crucial do plano E me parece, mano, que você prefere viver Pedindo pano pra quem continua te roubando A corrupção é um problema de berço E nem um terço tá nessa bala de mudar os planos Picharam no mudo uma frase pancada Ela não será televisionada Quem se identifica luta por algo melhor Quem muito abaixa vai viver no pó Picharam no mudo uma frase pancada Ela não será televisionada Quem se identifica luta por algo melhor Quem muito abaixa vai viver no pó Gente, acorda pra revolução Mente, é pra agir com a razao E manter o coração, também a emoção Alguém muito melhor ao teu redor Tu pode ser É isso, patrício, pois desde o início Me comprometi com vocês Se a vida que a gente vive é sofrida Mas se é a vida que gente tem Então que assim seja E eu coloque beleza Onde ainda não tem Se você não é do bem Que, pelo menos, seja menos mal Amém, hein Sim, sim, sim Se é inevitável o confronto Sim, sim, sim Das explosões, eu ouço o estrondo E os guerreiro alistado, do nosso lado Com a espada e o escudo Tem plena ciência, nossa descendência Não queremos mais luto Botina e farda, ameaça e retarda Com perfeição, nossa expansão Dou a estratégia, em meio a essa guerra E a sequela, nossa redenção É bater de frente, estrategicamente Com o que a gente tem de melhor Gomo da corrente, ultra resistente Pra nós segurar os B. O Esquerda, direita, direita, esquerda Um passo de cada vez A inteligência sobre a soberba Dignifica soldados e reis Quem nasceu oprimido Não teme o inimigo E por justiça clama Revolução, do corpo e da mente Por aqueles que você ama Estudar é missão, governo é facção Não vim pra esse mundão, só pra ficar de alienação Vocês cheio de grana e o meu povo na humilhação Favela aqui não se rende, negrão, o rap é foco na missão Não, não vem me tirar de otário Sei que você é mercenário Arbitrário, estelionatário, danem-se o proletário Money é o que interessa para os seus usufrutários Buscar a paz de forma violenta Será q cê aguenta enxergar o cenário Se a gente resolve atacar O rap põe playboy pra peidar Meu sangue é perifa Rap é nós que tá Burgês mandatário não vai dominar Há mais de 30, somos o grito da periferia Igualdade é a nossa filosofia Gente, acorda pra revolução Mente, é pra agir com a razao E manter o coração, também a emoção Alguém muito melhor ao teu redor Tu pode ser Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia Uh, grito da periferia

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