Francis LopesMãe1.037 plays
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    Esse Vaqueiro É Ruim Que Dói / Bota Pegado Parêa

    Zezito Doceiro

    Êta vaqueiro ruim de pista, esse vaqueiro
    Êta cavalo ruim de gado, esse cavalo
    Não sei quem é o pior dos dois
    Toda vez é zero boi
    Pois quem cai é o vaqueiro

    Quando o boi sai do jiquí
    O vaqueiro sai coladinho
    Mas com frei de mão puxado
    E o locutor reclamando
    Não é pra tanger o boi
    É pra derrubar o gado

    E o boi atravessa a linda
    E atrás de duas murrinhas
    Tirando a terra do dos zói
    Pois ficaram na poeira
    E o boi saiu na carreira
    Esse vaqueiro é ruim que dói

    Esse vaqueiro é ruim que dói
    Esse vaqueiro é ruim que dói
    Esse cavalo é ruim que dói
    Esses dois são ruim que dói

    E parte pra última senha e vai dizendo
    Esse boi vou derrubar
    Mas o povo sai tangendo
    E o cavalo gemendo
    Nunca vai acompanhar
    E lá da arquibancada, tome vaia
    Só escuta um grito só
    Larga disso camarada
    Quer brincar de vaquejada
    Faça uma pra tu só

    Esse vaqueiro é ruim que dói
    Esse vaqueiro é ruim que dói
    Esse cavalo é ruim que dói
    Esses dois são ruim que dói


    BOTA PEGADO PARÊA

    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa
    Não deixe esse boi em pé

    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa
    Que nem tirador de côco
    Com as duas mãos e os dois pés

    Me acordei bem cedinho
    Com o rádio sintonizado
    O locutor por trás recitava
    Poesias e vida de gado
    Cada poema trazia tristeza e felicidade
    Arroxe o nó, meu filho
    Vamos acordar a cidade
    Com baião, xote e forró
    De primeira qualidade

    Era virtude, defeito
    Era vaqueiro aboiando
    E cada verso doía
    Deixando o peito sangrando

    Vida de gado é assim
    O sangue some nas veias
    Cavalo bom e arisco
    Nunca precisa de peia
    Vaqueiro bom não desmonta
    Pra descansar, não há peia
    Quando o boi sai do jiquí
    Bota pegado parêa

    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa
    Não deixe esse boi em pé

    Bota pegado parêa, bote
    Bota pegado parêa
    Que nem tirador de côco
    Com as duas mãos e os dois pés

    Já vinha a tarde caindo
    Quando cheguei do trabalho
    De novo o rádio zunindo
    Cavalo, vaqueiro e gado
    E o locutor já dizia
    Já falou numa buchada
    Um tira-gosto apropriado
    Pra dá umas beiçadas
    Mas não pode ficar bêbado
    O animal bravo dá coices
    Vi vaqueiro mais melado que espinhaço de pão doce

    Vida de gado é assim
    O sangue some nas veias

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    Francis Lopes, piauiense de Santo Inácio do Piauí-PI, nasceu dia 07 de agosto, na localidade Patos, hoje pertence ao município de Floresta do Piauí-PI. É filho de seu Pedro Lopes e dona Mariana e é o quinto filho de uma família de nove irmãos.


    Em 1981, seus pais mudaram-se para a cidade de Simplício Mendes-PI com toda família, onde moram até hoje. Tem mais dois irmãos conhecidos no estado do Piauí: Zé Lopes, ex-Prefeito da cidade de Simplício Mendes-PI, com dois mandatos e Avelar Lopes, eleito prefeito da cidade de Floresta do Piauí-PI, em 7 de outubro de 2012. 


    Em 1986 Começou sua trajetória musical em Simplício Mendes participando de shows de calouros. 
    Em 1987 foi morar em Floriano-PI para continuar o 2º grau, coincidentemente na sede da banda “Sementes ...

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