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Iré Ònà

Iré Ònà

Cidade/EstadoParati / RJ
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É Hora!

Composição: Rafael Silveira Chiaro.
Na batida da hora grande, Quando o galo canta, O sino da capela brande, As almas se levantam. Diante da catacumba aberta, Toda verdade encoberta, É revelada — as contas acerta, E o elo rompido se conserta. É hora, é hora, É hora de encarar o segredo. É hora, é hora, É tempo de atravessar sem medo. É hora, é hora, É hora de tratar o que está doendo. É hora, é hora, É tempo de refazer o remendo. Povo da rua, a zelar pelo mistério continua, Descalços sobre a terra nua, A quem pede, a dor se atenua, Fortalece a todos que a vida extenua. Tantas vezes, chamados de Satanás, Por quem não é capaz, De entender que a liberdade, Não se curva à moralidade. É hora, é hora, É hora de encarar o segredo. É hora, é hora, É tempo de atravessar sem medo. É hora, é hora, É hora de tratar o que está doendo. É hora, é hora, É tempo de refazer o remendo. O fogo é energia do movimento, Vento do sacudimento, Marafo para o feitiço aquecer, Toda demanda desvanecer. Sua gargalhada é lembrete, Que a alegria é arma, não enfeite, Das densas sombras nasce a luz — O que te assombra, te conduz. É hora, é hora, É hora de encarar o segredo. É hora, é hora, É tempo de atravessar sem medo. É hora, é hora, É hora de tratar o que está doendo. É hora, é hora, É tempo de refazer o remendo. É hora, é hora, Ê Dona Mulambo, é hora, É hora, é hora, É Hora Seu Tranca Rua, é hora, É hora, é hora, É hora Dona Figueira, é hora, É hora, é hora, Seu Tiriri, é hora É hora, é hora, Dona Padilha, é hora, É hora, é hora, É hora, Seu Marabo, é hora, É hora, é hora, Laroyê, povo da rua, é hora É hora, é hora, Saravá a sua banda, é hora Salve essa força que nos guia, Salve cada Exu e toda Maria, Mô júbà, nos livra dos maldizentes e das mentiras — Laroyê, sempre à nossa frente… — Corre, gira!

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