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Imperatriz Assassina

Lançamento: 2019

Músicas: 13

Imperatriz Assassina (A Pantera Negra)

Jai Mahal

Ela é uma princesa negra.
Soberana.
Sorrativa
E eu o seu vassalo.
Imperatriz assassina ah ah
Agora onde eu vou
Sem seu calor
Sem seu cangote
A pele a flor
Sua majestade
Sentada em seu trono africano

De palha e de pano
A rainha das savanas
Segurando o cetro e a corrente da coleira
De sua pantera negra
Que olha sem rugir
Só destilando o veneno
Que já está por vir
Ela é uma princesa negra sinuosa

Que beleza
Cruel armadilha
Imperatriz assassina
Agora onde eu vou
Por essa escuridão da noite
Sem seu luar
Clarão da mata
Sentada em seu trono africano
De pano e de prata
A rainha dessas águas
Yabá Omi Obá
Segurando a adaga e a corrente da coleira
De sua pantera negra
Que olha sem rugir
Só destilando o veneno
Que já está por vir

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Release

​O ​jornalista Otávio Rodrigues, o Doctor Reggae, fala sobre Jai Mahal e o disco Invisívelman lançado em 2014.

JAI MAHAL – Invisívelman

Primeiro, antes de conhecer o cara, ouvi falar dele. Não era bem um superstar, mas gravitava entre descolados, músicos e outros talentos das artes, como eu começava a descobrir. Vivíamos então no longínquo século 20, em algum momento no início da era de 1980 e o reggae no Brasil era um deserto ensolarado, por onde raros beduínos caminhavam solitários e cheios de sede à procura de seus iguais. Nas conversas à sombra dos camelos, sempre acompanhadas de um chá dos bons, se ouvia dizer que um jovem de nome Jai Mahal, talhado entre a alta cultura e as tradições das Índias, cultuava a Jamaica e seus artistas – além de ...

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