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J. O. Rocha

J. O. Rocha

EstiloSertanejo
Cidade/EstadoSantos / SP
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O Homem, A Flor E O Amor

Composição: J. O. Rocha (Joselito Oliveira Rocha)

Um dia plantei uma flor... Por muito tempo cultivei e reguei - até que cresceu. Achou que poderia ganhar o mundo - e se rebelou! Ingrata, e sem entender o que é o amor - foi contra o seu criador. Furou-lhe com o seu espinho! Linda e formosa, seguiu o seu caminho: - E foi assim que aconteceu... Eu que semeei, foi eu que que plantei, foi eu que reguei, cultivei com amor. Mas ela ao crecer, saudável e formosa, vi os seis espinhos, ao seguir seu caminho, decidiu rebelar, com seu espinho furar. Porque não tinha amor, por dentro o caule secou, espinhos tão fértis, mais o Mal dominou. Porque faltou-lhe amor, sobre o poder de uma flor, eu vi que agora tudo já acabou, só o poder do amor, pra corrigir essa dor. És bela e formosa, por que rebelaste, usaste a mentira, do amor, quiseste dor. E tu me feriste, te fiz existir... O sol eu te dei, o ar que já respirou, a segurança te dei, mas lhe faltou foi amor. Assim eu juro que sei, que sempre te seguirei, sempre adiante, pois eu sei, não errei. Porque eu faço o que é certo, mesmo que mui machucado, espinhos doidos, muitas vezes furados. O poder que me cerca, é o poder do amor. Flor, o que fizeste ao teu criador, aos outros seres e aos da Terra e ao redentor. Sobre a sua maldade, a flor mais linda tu maltratou. O teu caule tu fez chorar, e não tivesse um pingo de amor, nem mesmo ao olhar de uma flor. Pois o teu caule já checou! Assim eu juro que sei, que sempre te seguirei, sempre adiante, pois eu sei, não errei. Porque eu faço o que é certo, mesmo que mui machucado, espinhos doidos, muitas vezes furados. O poder que me cerca, é o poder do amor.

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