Os Três Muleques Do Forró
Composição: José Monteir...Alô, meu povo de Sergipe! Aperta a zabumba, geme sanfona, chama o triângulo... porque o forró já vai começar!
Quando a sanfona abre o peito,
O sertão inteiro vem cantar.
No compasso da zabumba,
Ninguém consegue sossegar.
É Gilto puxando o fole,
Lebreia fazendo a voz voar,
Aroldo segura o balanço,
E o salão começa a rodar.
São tantos anos de estrada,
Levando alegria sem igual.
O verdadeiro pé de serra
É patrimônio cultural.
Ô, Meu povo! Vem pra roda, que é rojão!
Hoje a festa é de amizade e coração.
Os Três Muleques levantam poeira no chão,
No xote, no baião, no xaxado e no rojão.
Ô Meu povo ! Segure forte essa emoção!
Quem tem amor nunca canta em solidão.
Enquanto a sanfona tocar nesse terreiro,
Vai viver o nosso forró o ano inteiro.
Já cruzaram tantas cidades,
Espalhando amor pelo lugar.
Cada palco vira festa,
Quando o povo começa a dançar.
Tem menino, tem vaqueiro,
Tem senhora e trabalhador.
Todo mundo dá as mãos,
No embalo desse calor.
Forró não é só melodia,
É respeito e tradição.
É abraço, é companheirismo,
É verdade no coração.
Sergipe tem muito orgulho
De um trio que sabe emocionar.
Gilto, Lebreia e Aroldo,
Nasceram pra nos encantar.
Ô Meu povo ! Vem pra roda, que é rojão!
Hoje a festa é de amizade e coração.
Os Três Muleques levantam poeira no chão,
No xote, no baião, no xaxado e no rojão.
Ô Meu povo ! Segure forte essa emoção!
Quem tem amor nunca canta em solidão.
Enquanto a sanfona tocar nesse terreiro,
Vai viver o nosso forró o ano inteiro.
Pode o tempo passar ligeiro,
Mas o forró não vai morrer.
Enquanto existir amizade,
Sempre haverá um amanhecer.
Os Três Muleques seguem firmes,
Com talento, fé e união.
E o povo vai junto nessa história,
Guardado pra sempre no coração.
Viva Sergipe! Viva Os Três Muleques! E viva o forró de raiz!
