Karola Nunes

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Jah é (Orgânico Dub - Part. Luiz Góes)

Composição: Karola Nunes

É coisa de momento bem corriqueira Que vem despretensiosamente Tomara que você não faça uma besteira Eu vou pagar pra ver E se pá de repente Vai ser bem diferente do que rola aí Vontade dá na gente Eu não saio daqui Tem tanto pico louco Pra eu te apresentar Mas se ficar aqui pode até melhorar É coisa de momento bem corriqueira Que vem despretensiosamente Tomara que você não faça uma besteira Mas é que eu vou pagar pra ver E se pá de repente Vai ser bem diferente do que rola aí Vontade dá na gente Eu não saio daqui Tem tanto pico louco É pra ser se já é Quero ver Eu vou pagar pra ver Eu quero ver e se pá vou pagar Pressa de inspiração Medo de perder a mão De ultrapassar qualquer barreira (Mas quero ultrapassar qualquer barreira) Eu não vou te perder Eu não vou te contar Mas é que cê me pega de uma maneira É coisa de momento até corriqueira Do jeito que cê faz parece que é besteira É coisa de momento até passageira Mas eu não vou ligar se for pra vida inteira É pra ser se já é Quero ver Eu vou pagar pra ver Eu quero ver e se pá vou pagar É pra ser se já é Quero ver Eu vou pagar pra ver Eu quero ver se o rolê vai durar

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OuvintesJose Benedito Santos e outros 522 ouvintes
Fã-clubeWander Florencio e outros 16 fãs

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Guto KrebsGuitarra
Paulinho NascimentoBaixo
Rominho MoreiraBateria
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Release

No cerrado matogrossense, Karola Nunes, semeia seu terreno sonoro. Acadêmica do curso de Música da UFMT, mas formada pelos palcos da noite, Karola transita por diversos gêneros e reflete essa miscelânea brasileira. Se, questionada, não sabe se enquadrar num estilo. Isso porque, com influências do baião do pai paraibano, da MPB tão presente nos repertórios dos bares e da paixão pelo reggae, a cantora e instrumentista, quer mesmo, é brincar com as sonoridades brasileiras.
Os ritmos que acompanham suas composições são resultado da vivência cotidiana e de suas aventuras sonoras. Karola integrou a banda Marakadaje (inspirada no movimento mangue beat), que saiu do cerrado para levar o trabalho autoral para a ilha catarinense (2007). Em seu retorno ao Mato Grosso (2009), integrou o grupo feminino de choro e samba, Bionne, o grupo de forró pé de serra, Fuá, a banda de reggae roots, Negramina e o projeto Orgânico Dub, que soma as suas composições a ambiência do dub. Além das formações musicais, Karola também desenvolve trabalhos em música cênica: in-Próprio para Dinossauros (in-Próprio Coletivo), No Quintal, o Mundo (Solta Cia de Teatro), Desutilidade Poética (Cia. Porrada de Teatro), Rusga (Confraria dos Atores).
Em 2015, participou da Mostra de Música do Sesc Arsenal com o show autoral Somos Som, sendo esse o seu start para circular com seu espetáculo, exaltando sua fé musical. Com letras que refletem a sensibilidade de uma canceriana, mas também a força do cerrado, Karola canta o som que a habita.
Em 2017 foi vencedora do concurso Novos Talentos do programa É Bem Mato Grosso, da Tv Centro América, filiada da Rede globo o que lhe rendeu como premiação a gravação de seu primeiro EP intitulado: Já é. 
https://www.karolanunes.com/

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