Aturdido
Composição: Kiko di Faria.Aturdido
Kiko di Faria
(Verso 01)
Eu tenho andado tão perdido,
calado pelo mundo,
As vezes aturdido,
com tamanha poluição sonora...
Sofrendo nessa confusão aqui fora.
(solo)
(Verso 02)
Meu eu interior, que busca pelo amor,
se vê bastante desiludido,
Muitas vezes confundido,
incapaz de ouvir a voz, suave do silêncio,
que é a voz do amor...
Clamando por mim... aqui dentro.
(Refrão)
Quero ouvir o amor
quero ser amado e quero amar também...
mas nessa babel, de castelos de papel,
E de papéis tão rígidos e deformadores...
fugimos do amor, e nos perdemos na dor...
escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos,
amamos sem sermos sentidos, e morremos... sem nunca termos... vivido.
Quero ouvir o amor
quero ser amado e quero amar também...
mas nessa babel, de castelos de papel,
E de papéis tão rígidos e deformadores...
fugimos do amor, e nos perdemos na dor...
escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos,
amamos sem sermos sentidos, e morremos... sem nunca termos... vivido.
(solo)
(Verso 02)
Meu eu interior, que busca pelo amor,
se vê bastante desiludido,
Muitas vezes confundido,
incapaz de ouvir a voz, suave do silêncio,
que é a voz do amor...
Clamando por mim... aqui dentro.
(Refrão)
Quero ouvir o amor
quero ser amado e quero amar também...
mas nessa babel, de castelos de papel,
E de papéis tão rígidos e deformadores...
fugimos do amor, e nos perdemos na dor...
escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos,
amamos sem sermos sentidos, e morremos... sem nunca termos... vivido.
Quero ouvir o amor
quero ser amado e quero amar também...
mas nessa babel, de castelos de papel,
E de papéis tão rígidos e deformadores...
fugimos do amor, e nos perdemos na dor...
escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos,
amamos sem sermos sentidos, e morremos... sem nunca termos... vivido.

