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Kiko di Faria

Kiko di Faria

EstiloSertanejo
Cidade/EstadoSão João d`Aliança / GO
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Confissões Do Sertão

Composição: Kiko di Faria.
Confissões do Sertão Kiko di Faria Eu vim lá do fundo da estrada, onde o tempo não tem perdão Vi coronel virar lenda, vi jagunço virar patrão Fui sombra nas madrugadas, fui segredo em procissão E se você não me conhece, é melhor pedir benção, irmão Vi amor virar vingança, vi promessa virar traição Vi moça fugir de casa, com o coração na mão Fui o grito preso na garganta, fui o choro no sertão E se você cruzar meu caminho, reze antes da decisão Sou o eco da viola, sou o pó da ilusão Sou o riso que engana, sou a dor da paixão Me chama de destino, me chama de tentação Mas nunca diga que é fácil viver no coração do sertão Vi padre perder a fé, vi santo cair em tentação Vi dinheiro comprar silêncio, vi justiça sem razão Fui o verso que ninguém canta, fui o nome sem perdão E se você quiser me ouvir, sente e escute com atenção Não sou vilão, nem herói, sou só parte da canção Sou o que resta da história, quando se apaga o lampião Sou o eco da viola, sou o pó da ilusão Sou o riso que engana, sou a dor da paixão Me chama de destino, me chama de tentação Mas nunca diga que é fácil viver no coração do sertão Sou o eco da viola, sou o pó da ilusão... Sou o riso que engana, sou a dor da paixão...

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