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Kiko di Faria

Kiko di Faria

EstiloSertanejo
Cidade/EstadoSão João d`Aliança / GO
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O-Amor Nunca Se Acaba

Composição: Kiko di Faria.
O Amor Nunca Se Acaba Kiko di Faria Se minha voz é capaz de tecer catedrais... de dominar e falar as línguas angélicas. Mas se não tenho teu amor, sou ruína de bronze retinente. Profecias que fendem véus de mistérios abissais, Fé que arrasta altiplanos pro mar. Mas que sem ti, nada mais é... do que cinzas volantes... açoitadas ao vento. Tu, sapiência que esculpe séculos, em granito terno, Bondade que trespassa armaduras de espinhos secos, Força tremenda que desejar o eterno... Amor, Amor... Amor. Amor é rio que entalha cânions no peso do tempo, Não inveja o sol que se afoga em horizonte de sal. Não se irrita em tronos de orgulho frágeis como geada, É asa que dobra galáxias, farol que trespassa e supera jornadas, Amor, expressão do sagrado divino, imortal... Sustentando minha alma. Se eu doasse meu sangue aos famintos, e entregasse o corpo ao holocausto, Sem teu abraço, tudo isso são nada, são pétalas mortas no vento austéro. Pois o amor não maltrata a asa ferida, não guarda rancor como um túmulo, Alegra-se na verdade nua que é, raiz que fende o mármore duro, e rasga o céu, o abrindo ao mundo. Não procura seu norte em mapas de egoísmo cego, Suporta o peso das eras, crê onde o mundo duvida, se renova renovando tudo ao fazer o divino verbo. Amor é rio que entalha cânions no peso do tempo, Não inveja o sol que se afoga em horizonte de sal. Não se irrita em tronos de orgulho frágeis como geada, É asa que dobra galáxias, farol que trespassa e supera jornadas. Amor, expressão do sagrado divino, imortal... Sustentando minha alma. Minha mente via em espelhos de âmbar envelhecido, Sílabas de uma velha infância, pedaços de sonhos em arco-íris partidos. Quando o Perfeito irrompe como aurora em abismo sombrio, O parcial se desfaz e me elevas fazendo me conhecer, como sou conhecido. Saiba que a fé é âncora no tempestivo, esperança é vela ao vento, Mas o amor é o oceano onde galáxias se banham serenas. Face a face, sem véus nem enigmas de sombra e luz, Tu, amor, és o primeiro, o último, o eterno diapasão das divinas cenas. O amor é rio que entalha cânions no peso do tempo, Não inveja o sol que se afoga em horizonte de sal. Não se irrita em tronos de orgulho frágeis como geada, É asa que dobra galáxias, farol que trespassa e supera jornadas. Amor, expressão do sagrado divino, imortal... Sustentando minha alma. O amor é o rio que entalha cânions no peso do tempo, Não inveja o sol, não se orgulha instalando-se em tronos de cristal frágil. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta incansável, Pois o amor nunca se acaba... é o maior... o eterno... o Inabalável! Amor! Tudo suporta... face a face... amor que não acaba... Face poética do divino eu a se revelar a mim e a você... Amor!

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