Tereza De Todos Nós
Composição: Kiko di Faria.Tereza de todos nós
Kiko di Faria
Tereza...
Que para mundo, tanto falára, de nós.
Perdeu a vida, de maneira tão atroz...
Porque o rancho de um outro abandonou.
Tristeza...
Fincou morada aqui, dentro do meu peito.
Pois nunca quis, que acabasse, desse jeito,
Tudo que um dia, chamamos de, nosso amor.
Você Tereza, me definiu, “Posseiro do seu coração”...
Conforme o cantaram, em certa canção.
Mas me esquecestes, partindo para o sertão.
Deixastes tudo, a boemia, a orla, e os encantos do mar.
E no sertão foi morar, encontrando o seu lugar, longe, lá no interior..
Amando a todos, com seu coração gentil, não notou, nem se quer viu...
As contradições do amor...
Mas, ó Tereza!
O cantador, que a sua vida ceifou, em pouco tempo, veio a morrer de tristeza... Não mais cantou. E calou sua viola, a alegria foi se embora e a ele nunca mais retornou...
Hoje eu bem sei, chegando à tarde da vida. Que todo amor, é uma chegada e uma partida... E cada um, só pode dar mesmo o que tem.
Ainda sonho com teus encantos Tereza!
Ouço o seu canto e sinto uma tristeza, e uma saudade a pungir meu coração... Porque tu fostes, a mais bonita... Das mulatas do terreiro. E conquistastes, sem querer, ao mundo inteiro. Com seus encantos, já em forma de canção.
Seu corpo belo, nu exposto e banhado pelo luar, me enche sempre de saudade, e me faz cantarolar. Chamo seu nome, sonhando com seus carinhos. Acordo e estou sozinho, nesse leito a te lembrar... Pois desde que partistes, vivo a te desejar.
Hoje eu bem sei, chegando à tarde da vida. Que todo amor, é uma chegada e uma partida... E cada um, só pode dar mesmo o que tem.
Ainda sonho com teus encantos Tereza!
Ouço o seu canto e sinto uma tristeza, e uma saudade a pungir meu coração... Porque tu fostes, a mais bonita... Das mulatas do terreiro. E conquistastes, sem querer, ao mundo inteiro. Com seus encantos, já em forma de canção.
Seu corpo belo, nu exposto e banhado pelo luar, me enche sempre de saudade, e me faz cantarolar. Chamo seu nome, sonhando com seus carinhos. Acordo e estou sozinho, nesse leito a te lembrar... Pois desde que partistes, vivo a te desejar

