Um-Vaqueiro-Solitário-
Composição: Kiko di Faria.Um vaqueiro solitário
Kiko di Faria
Nesse sertão de meu Deus
Ando só tocando boi,
Machucado de saudade
De uma amor que já se foi.
Cada vez que eu me lembro
Daqueles olhos bonitos
O meu peito estremece
E eu pego a dar suspiros.
Só ela quem poderia
Aquietar meu coração
Matar o que no meu peito
Arde e queima feito o chão
No braseiro incandescente
Da fogueira de São João.
Mas desde que ela se foi
Minha vida é suspirar
Sôlto no meio dos gerais
Com o meu gado a lidar.
Quando a paixão extravasa
E eu não posso aguentar
Sólto o grito no sertão
Pra poder me consolar.
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar.
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar.
Nesse sertão de meu Deus
Ando só tocando boi,
Machucado de saudade
De uma amor que já se foi.
Cada vez que eu me lembro
Daqueles olhos bonitos
O meu peito estremece
E eu pego a dar suspiros.
Só ela quem poderia
Aquietar meu coração
Matar o que no meu peito
Arde e queima feito o chão
No braseiro incandescente
Da fogueira de São João.
Mas desde que ela se foi
Minha vida é suspirar
Sôlto no meio dos gerais
Com o meu gado a lidar.
Quando a paixão extravasa
E eu não posso aguentar
Sólto o grito no sertão
Pra poder me consolar.
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar.
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar.
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar.
Sou vaqueiro solitário, que não se cansa de amar!

