lcdjay

Cidade/EstadoBrasília / DF
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passado presente

Composição: LCDJAY

Daquele modelo chegando na fita Lc se faz presente, cabuloso na rima Se segura malandro aí sai da frente Abre-se as cortinas aqui começa uma nova trajetória Infelizmente com lágrimas,choro se liga na história Dias difícil e turbulentos eu tive na minha vida Talvez me deparei em becos sem saída Refém de um sistema que não me dava oportunidade Calo nas mãos para mim não era uma realidade Viver do jeito mais fácil para mim era o correto Não se importava com uma lágrima debaixo de um teto Só se que por mim alguém todo dia rezava "Proteja meu filho não deixa que aconteça nada" Mas na rua você percebe conforme o seu merecimento Entre lágrimas e sorriso eu fui sobrevivendo Presenciando na rua altas cenas trágicas Você vive, você morre num passe de mágica Mas como tudo na vida não é para sempre De olho no futuro e vivendo o presente Foi aí que eu decidi largar a vida do crime Esquecer o passado e começar um novo filme Comecei a trampar e levantei o meu barraco Banheiro, sala, cozinha e tinha até um quarto Foi questão de tempo para vim o meu primeiro moleque Orgulho da família, olha só como cresce Mais é dicícil conviver com cicatrizes do passado Quem bate esquece quem apanha fica revoltado Na quina de casa me deparei com a situação Dividindo os meus olhos tinha o cano do oitão Por um momento não senti meu coração bater Olhar bem dentro dos seus olhos só me restava fazer Um sentimento estranho tinha no seu semblante Parece que se passava um filme naquele instante Agora eu pensei que a cobrança seria feita Porque impedi que acontecesse aquela treta Uma fita cabulosa em plena luz do dia Queria se satisfazer de uma mulher e sua filha Mais na minha quebrada isso não acontece não Traição no céu ou no inferno não existe perdão Então escutei o barulho do cão estralar Mais o cospe chumbo veio naquele momento á falhar Concerteza alguém lá de cima me deu outra chance Como um gato no escuro saí voado de relance Cheguei em casa sentei no sofá fiquei calado Minha dona me perguntou porque eu tava indignado Foi quando eu perguntei se ela me considerava Então pega minha quadrada e não pergunta nada Botei o cromado na cinta e saí voado Chegou a hora de voltar um pouco ao passado Andando para cima para baixo ai na capitura Boca, beco, boteco aí todas as ruas Á cada passo que eu dava meu sangue fervia mais A escolha foi feita errada escolheu barrabás Foi quando eu avistei altos carros e tinha um frevo Quando eu cheguei no portão ó quem tá lá no meio Cheio de dona do lado se sentindo o fodão Parecendo um zé ruela descendo até o chão Foi quando eu passei a mão no amuleto da sorte Vo te mostrar pilantra como é que dá o bote Caí para dentro do frevo e fui indo em sua direção Com os dentes trincando e um ódio no coração Cheguei de frente dele e olhei bem para sua cara "Aí se lembra de mim? Foi destravando a quadrada" Cidadão que se dizia homem queria correr Dei logo no meio das costas só para ele ver Todo mundo saiu voado do frevo assustado Ficou eu e o comédia que tava no chão baleado Cheguei bem perto dele e agaichei no chão Olhei bem para sua cara "Como é que é machão?" "Por favor não me mata não faça isso comigo" "Minha mãe precisa de mim sou o único filho!" Infelizmente você pisou no calo errado Agora é tarde safado nem todo mundo é otário Sem dó sem piedade não quis saber de nada Uma rajada cabulosa saiu da minha quadrada Alguém grita de longe "Não faça isso espere!" Infelizmente é tarde já dei o confere.

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