Preto Massa

EstiloRock
Cidade/EstadoBelo Horizonte / MG
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Frases Mortas

Composição: Ale Massau / Caio Valente

Ooh As vezes me pego a pensar Em tudo o que a gente já viveu E não é fácil apagar, eu sei O que marcou ruim, do que doeu Palavras são como punhais Que ferem fundo até chegar na alma Se nascem do rancor Palavras são como punhais Que ferem fundo até chegar E a alma marca calmamente o peso dessa dor Suas frases mortas Como flores num jardim sem água Na verdade tudo não passou de choro e mágoa Eu peço que não me procure Pois pra mim não é seguro Sinceramente, o que o corpo sente não é Não é, não não As marcas que ficaram Dizem que sim e que não e que não As marcas que ficaram Confunde minha intuição Palavras são como punhais Que ferem fundo até chegar na alma Se nascem do rancor Palavras são como punhais Que ferem fundo até chegar E a alma marca calmamente o peso dessa dor Suas frases mortas Como flores num jardim sem água Na verdade tudo não passou de choro e mágoa Eu peço que não me procure Pois pra mim não é seguro Sinceramente, o que o corpo sente, não é Você quis brincar, eu brinquei Você quis jogar, eu joguei o seu jogo Sem mistério Você quis brincar, eu brinquei Você quis jogar, eu joguei o seu jogo Mas agora eu falo sério Suas frases mortas Como flores num jardim sem água Na verdade tudo não passou de choro e mágoa Eu peço que não me procure Pois pra mim não é seguro Sinceramente, o que o corpo sente, não é não Suas frases mortas Como flores num jardim sem água Na verdade tudo não passou de choro e mágoa Eu peço que não me procure Pois pra mim não é seguro Sinceramente, o que o corpo sente, não é tudo Tudo, tudo, tudo, não Não é tudo, tudo, tudo, não O que o corpo sente não é tudo, tudo, tudo não Não é tudo, tudo, não

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