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Priscilla Feniks

Cidade/EstadoSão Paulo / SP
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Priscilla Feniks é cantora e compositora que versa a visão feminina das ruas explorando diferentes flows e melodias. A artista, que se considera uma fênix – pássaro da mitologia egípcia que ressurge das cinzas – por sobreviver a diversas situações nas cidades onde já residiu, lançou seu primeiro álbum em 2013, intitulado Só a Gente Sabe.

Gaúcha, seu trabalho é influenciado pela sua militância social e política, sendo que atualmente integra a Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop. Iniciou seu envolvimento com a Cultura Hip Hop através da dança em 2001, e no ano seguinte começou a escrever raps e experimentar produções caseiras.

Seja nos palcos ou na rua, já se apresentou em diversas cidades como: Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Bauru, Santos, Ribeirão Preto, São José dos Campos e São Carlos. Foram eventos como a Feira Preta, Virada Cultural SP, Bienal de São Paulo, Semana de Hip Hop de Bauru, FLICT – Feira Literária da Cidade Tiradentes, Estéticas das Periferias, Mês da Cultura Hip Hop SP, Fórum Social Mundial; em espaços como o Teatro Rival, Sesc Consolação, Casa das Caldeiras, MASP, Galeria Olido, Biblioteca São Paulo e Fundação Casa. Em seus shows, divide o palco com a DJ Niely ou com sua gig formada por baixo, teclado, guitarra, percussão e batera.

O álbum Só a Gente Sabe possui a assinatura do produtor musical E-Beilli (ex-integrante do grupo Apocalipse 16) e participações de Nanny Soul e do californiano Yoreb Kuba. O destaque fica por conta da faixa que dá nome ao álbum, com repercussão após o lançamento de seu videoclipe, com direção e roteiro de Zion Malik. O ‘filme’ foi destaque em várias mídias como R7, Geledés, Bocada Forte, RND e Zona Suburbana.

Para além da música, Priscilla Feniks se expressa de diversas formas. Já estreou duas peças teatrais com a Cia. do Retiro dos Artistas, sob a direção de Cico Caseira; e fundou o Baile Soul Brasil, baile de rua que de 2008 a 2010 era o ponto de encontro de coletivos na Rua 24 de maio – centro de São Paulo. Atualmente é apresentadora do Programa Conectad@s, quadro musical que destaca o trabalho artístico de cantoras brasileiras no Centro Cultural São Paulo.

“Só a Gente Sabe”, primeiro álbum solo de Feniks, traz visão feminina das ruas

Formada de nove canções compostas por Feniks, o CD passeia por estilos como o rap, o samba-soul e o reggae; uma forma de resgatar todas as influências da artista. “Só a Gente Sabe” reúne um talentoso time de parceiros e amigos da cantora. A produção musical tem assinatura de E-Beilli (ex-integrante do Apocalipse 16), produção da SoulBrasilCultura e participações como as da cantora Nanny Soul (Banda Altas Horas, que canta ao lado de Feniks a faixa “Deixa passar”), o rapper norte-americano Yoreb Kuba (na faixa inédita “Estrumbo”) e do próprio E-Beilli (faixa “Mansão do Gueto”). “A ideia geral deste trabalho é mostrar um pouco do universo (ou olhar) feminino da rua e da cultura urbana, porque lugar de mulher também é na rua: nas rodas de break, no grafite, nas rodas de improviso”, explica Feniks, que, assim como outras mulheres do rap, teve seus percalços para chegar onde chegou.

De faixa a faixa, percebemos a experiência cultural colhida em cada lugar que a cantora viveu, como Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Histórias de culturas transformadas em letra de música, em harmonia musical. O clima das baladas paulistanas marcam presença nas músicas do disco, como a inédita “Amigos & Estranhos”, que fala de situações inusitadas e gente de todo o tipo, algo que é cara de São Paulo. Já a letra de “Só a Gente Sabe” tem esse gosto de rua, de cultura urbana. Sensações múltiplas, lugares múltiplos. Um reconhecido DJ do rap nacional disse certa vez para Feniks que as músicas deste álbum pareciam um trem descarrilado, porque os sons vinham em diversas intensidades, sem lógica, de uma forma interessante, principalmente na faixa que dá título ao álbum. E Feniks completa o pensamento: “Não é para ter lógica, porque meu rap é como a rua: sem lógica. A rua me ensinou a ser o que sou mais cedo. Só a gente sabe....”.

www.priscillafeniks.com.br

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