Vulgo
Composição: Tico Tiradentes.Eles falam demais
Sonham demais
Querem demais
Me julgaram incapaz!
Sou um cara sagaz!
que sabe o que faz!
luta demais, sabe correr atrás...
Meu vulgo incomoda, só porque eu sou fóda
Eu não vivo da moda, interesseiro é fóda só olha o que você tem!
Outro dia um muleque, que se acha malandro, falou pros quatro cantos que eu bebia demais!
Ninguém paga minhas contas, ninguém bébe por mim!
ninguém vive por mim!
tanto fala de mim, então não tô nem aí!
Deixa quem quiser falar.
Enquanto isso eu tô vivendo...
Não param de fofocar.
por que vê meu córre crescendo...
Só o tempo irá provar!
quem é quem, na caminhada
O menino se acha homem!
mas não tem uma longa estrada...
Só o tempo irá provar!
quem é quem, na caminhada
O menino se acha homem!
mas não tem uma longa estrada...
Tem gente que julga meu nome, mas não sabe o meu CÉP
Não é sobre a história dos livros, por que meu vulgo é favela!
Eles não sabem onde eu vou de onde eu vim de onde eu sou...
Mas a conta é exata, não é sorte, é destino
No 9 da fama, tracei meu caminho.
Tiago ou Tico, a essência é a mesma
Enquanto eles dormem, minha mente não descansa.
O peso do bairro eu carrego no peito
Tiradentes no vulgo, exigindo respeito.
Eu sou cria da leste
pisei muito na lama...
Eles julgam o que vê, não o que eu construí!
O tempo é o mestre, o silêncio meu escudo, eu nunca vou dizer nada, o meu corre diz tudo!
Deixa quem quiser falar.
Enquanto isso eu tô vivendo...
Não param de fofocar.
por que vê meu corre crescendo...
Só o tempo irá provar!
quem é quem, na caminhada
O menino se acha homem!
mas não tem uma longa estrada...
Só o tempo irá provar!
quem é quem, na caminhada
O menino se acha homem!
mas não tem uma longa estrada...
