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Sandrox

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Cidade/EstadoSamambaia / DF
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Samba Biônico

Composição: Sandrox e Thabata Lorena

O samba não morre ele tem corpo fechado É tanque de guerra, carro blindado No meio do ringue ele é peso pesado Nasceu no terreiro, em solo sagrado Vou pela quebrada na cadência do samba Sou cria da savana latino americano Banhei no chafariz, botei água na caçamba Bamba dos bambas da CEI a Samamba O pagode é hi-tech, respeita as mina e os pivete Meu guarda-chuva é de aço na chuva de canivete Batuque pesado bombando no estéreo Abala estrutura, derruba império Pegue o seu rótulo, enfie na sua embalagem Minha cultura é essência, não é imagem Trap, boombap, samba de roda, ou de breque Um desacato aos guardinhas do rap SAMBA, SAMBA BIÔNICO SAMBA, SAMBA BASS Hipoteticamente falando se o samba nunca tivesse sido inventado Onde nossa diáspora negra encontraria o descanso esperado Descanso ativo, meditativo Acendendo a chama ancestral daquele que esteve passivo Samba de breque, samba de caixa, de parada Prepara preta pra esse samba de embolada E se embola não enrola, prepara preta e rebola Nem pensa, faz a sua hora, e a nossa chegou agora E eu vim dizer quicando de manhã até o anoitecer Canto pro Orixá e também canto pra você Se tá curioso vai sambar na roda pra ver Mas tem que saber, tem que saber Que o samba foi criado com a missão de enaltecer É puro poder, puro poder O samba de bamba verdadeiro Nunca, nunca, nunca vai morrer

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