Tio Che

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Como é Bom Ser Livre

Composição: Tio Che

A vida é um barato sem ninguém me enchendo o saco Saindo sozinho eu tô curtindo pra caralho Engulo toda ela em um gole só Sem ter que escutar que um dia eu vou virar pó Saindo toda noite sem ter pra onde ir Conhecendo só mulheres que querem se divertir Coloco o meu all-star e minha calça velha Enfio a minha mão embaixo da saia dela Como é bom ser livre, livre, livre, livre, livre Como é bom ser livre, livre, livre, livre, livre Penteio o meu cabelo só se eu quiser Consumo tudo aquilo que eu puder pagar Penteio o meu cabelo só se eu quiser Consumo tudo aquilo que eu puder pagar Livre, livre, livre Como é bom ser livre É quinta-feira à noite, já tô na louca Tomando uma cerveja, eu vou beijar na boca Olha eu agora, como eu tô de boa Curtindo uma sonzeira enquanto a doida tira a roupa Saindo daqui vou pra outro lugar Não sei, tô pensando. Quem sabe viajar? Tem sido muito louco com a galera toda Depois que me deixou a minha vida melhorou Frequento só lugares que eu quiser Volto no outro dia sem me preocupar Pipoca e cinema? Mas nem fudendo! Aliança no dedo nem no meu casamento Como é bom ser livre Frequento só lugares que eu quiser Volto no outro dia sem me preocupar Pipoca e cinema? Mas nem fudendo! Aliança no dedo nem no meu casamento Livre, livre, livre, livre, livre, livre

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OuvintesDaniela Lima e outros 189 ouvintes
Fã-clubeLuma Rodrigues Zanini Rojas e outros 58 fãs

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Leandro MoretiVoz, Guitarra
Sergio GuizéVoz, Guitarra
Nego WillBateria
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Release

Bléqui ou Uáiti, preto ou branco, sim ou não, claro ou escuro, amor ou ódio, verdade ou mentira. O confronto dos opostos é sempre polêmico.
O segundo EP da banda Tio Che chega para contar suas histórias sem medo de ser feliz. O título, inspirado no sucesso de Michael Jackson, Black or White (1991), frisa a necessidade de gritar, não só contra o racismo, que ainda tem proporções enormes no mundo todo, como também contra o Brasil globalizado, que entre outros ideiais, insiste em cultuar a língua inglesa para um povo que, muitas vezes, mal sabe falar o próprio idioma.
Há 6 anos com a formação atual com Leandro Moreti (voz e guitarra), Sergio Guizé (guitarra e voz), André Gieswein (baixo e backing) e Nego Will (bateria), a banda aponta o EP como um marco em sua carreira.
"Estamos em total sintonia, vivenciando uma fase muito madura. Achamos nosso conceito, nossa identidade. Nossas músicas têm personalidade. São nossa assinatura." conta André. "Trazemos a força do rock politizado do ABC paulista em nossas composições." completa Leandro.
Com os rostos pintados, Tio Che homenageia também os Secos & Molhados, uma das influências musicais da banda.
“Somos humanos, brasileiros, pessoas comuns. E nossa prioridade é dizer o que pensamos, ser quem somos. Nós nunca tivemos a preocupação de fazer música para agradar. Queremos contar nossas experiências, sem grandes expectativas. E isso tem dado muito certo porque somos verdadeiros, reais." explica Sergio Guizé.

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