Tun Araujo

Cidade/EstadoSão Paulo / SP
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Reciclando

Composição: Tun Araujo

Compositor e intérprete: Tauan Kaique Jerônimo de Araujo Qualificação musical: MC – Mestre de cerimônia Pseudônimo: Tun Araujo Música: RECICLANDO Introdução inicial 1x Reclicar, transformar; Tranformar, reciclar Refrão 1x Fale o que quiser de mim, não importa eu vou até o fim; No “sapatim”, “neguim”, “tranquilão” sigo feliz; Hó! Reciclando a vida em busca do faz-me rir; Primeira parte Sigo focado em cada passo, “mocado”, fazendo o meu; Escrevendo tudo que posso na posse que Deus me deu; Tranqüilo comigo mesmo e mantendo o talento em dia; Fortificando os meus com a dádiva da vida; Longe da fadiga daqueles que “critica”; O que Deus me prometeu não foi stress nem briga; Fale o que quiser de mim, das minhas letras; Se “to” solteiro ou não, ou rodeado de “buceta”; To reciclando a vida e tudo que faz parte dela; Nunca fui ingrediente pra viver numa panela; Sagaz... Sempre fui, sempre serei; Protagonista da minha vida, “sangue bom”, filho do Rei; Já perdi, já ganhei... Já ganhei, já perdi; Só que nunca esmoreci, não pensei que fosse o fim; Dona Val me dizia... Meu filho o mundo é grande; Coloque Deus na frente e vai... Seja um gigante; Então, eis me aqui falador dá licença; Demorei pra chegar só que agora me agüenta; “Neguim”, canela fina, filho de mulher solteira; Cria de viela a resistência brasileira; Refrão 2x Fale o que quiser de mim, não importa eu vou até o fim; No “sapatim”, “neguim”, “tranquilão” sigo feliz; Hó! Reciclando a vida em busca do faz-me rir; Segunda parte Com grana ou sem grana, eu permaneço o mesmo; Com fama ou sem fama, eu permaneço ileso; Da boca que fala, do dedo que aponta; Eu faço meu “corre”, então cala sua boca; Não fale do tempo, que o tempo envelhece; Hó! Tempo e dinheiro só tem quem merece; Então vê se me esquece, cansei dessa tese; “Olho gordo é mato”, emagrece e causa stress; Hó! Eu e meu eu, meu eu sendo eu; Mais forte que eu, não me faz regressar; Do lixo ao luxo, modificando tudo; E provando pra mim mesmo que tamanho não importa; Cego, surdo e mudo eu me passo, e me faço; Quando o papo é de progresso, é desse jeito que eu faço; Refrão 2x Fale o que quiser de mim, não importa eu vou até o fim; No “sapatim”, “neguim”, “tranquilão” sigo feliz; Hó! Reciclando a vida em busca do faz-me rir; Terceira parte Mantendo os pés no chão, e a visão no horizonte; Com sede de mudança e querendo meus “malotes”; Desde “molecote”, na fé e não na sorte; De cabeça erguida e com Deus meu braço forte; Corto o mal pela raiz, “sem boi”, “sem trama”; Se é pra viver bem, vou purificar meu mantra; Longe dos “pilantra” que “suga”, rouba e mata; O motivo da existência e a paz da minha alma; Sem divisão de bens? Tudo bem, demorou! Minha “cota” eu quero em “Dola”, euro, sim senhor! Faz parte do meu show, “né não”, mano Cazuza; Trabalho pra “caralho”, pra viver pior que puta; Auto-valorização no som e na conduta; E já que nada vem de graça, eu monetizo minha música; Do “boqueirão” pro mundo em busca do melhor; Ampliando meu espaço e honrando o meu suor; Refrão 2x Fale o que quiser de mim, não importa eu vou até o fim; No “sapatim”, “neguim”, “tranquilão” sigo feliz; Hó! Reciclando a vida em busca do faz-me rir; Introdução final 2x Reclicar, transformar; Tranformar, reciclar

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