Vera Veronika

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OuvintesAlternativo X e outros 532 ouvintes
Fã-clubeRaíssa Rodrigues e outros 94 fãs

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Nascida em Brasília, Vera Verônika é cantora, professora e feirante. O rap faz parte da sua vida desde os treze, Vera foi a primeira mulher a cantar o estilo no Distrito Federal e Entorno. Ela canta para ter voz e para dar voz àqueles que acha justo. A difícil realidade social de vários jovens que vivem em condições desumanas despertaram nela o desejo de ensinar além doofício de professora, ensinar com a voz, ensinar com o rap. Defensora incessante dos direitoshumanos, da igualdade de gênero, da igualdade racial e do combate à homofobia, Vera faz dapalavra cantada um instrumento de conscientização. É mulher, negra e tem vinte e cinco anosde carreira. Engajada no trabalho comunitário, faz parte do projeto pedagógico da ACESSO Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Além disso, é consultora na área deGênero, Diversidade e Orientação Sexual, educadora em projetos sócios culturais, participoudo projeto governamental Brasil Sem Homofobia. Em 2017 comemora 25 anos de carreira ecelebra com gravação de disco e DVD ao vivo esta importante fase de sua trajetória como Mulher no RAP.

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Genocídios

GENOCÍDIOS A morte sistemática que estampam capas Realidade injusta causa noticiada Sumiço misterioso aumento de casos assombroso Genocídio atribuído ao extermínio de um povo Graves lesões aliadas a condições de existência Medidas tomadas pra executar pela aparência Mais de 20.000 por ano e os casos aumentam mais Números absurdos em tempos de paz O Estado brasileiro intencionalmente se omite Autos de resistência na quebrada persiste Sombras no olhar cresce o ódio entre os nossos Razões pra lutar, já tá mais que óbvio Elite eurocentrista, negligente e racista Concentra toda a renda e exclui a maioria O 13 de maio não aboliu seus preconceitos No dia seguinte de porta pra fora da força interna sobrevivemos REFRÃO Pra viver De sol a sol, Suor Pra viver Dez vezes melhor O giz ou o fuzil Quem foi que decidiu Que pra morrer Basta minha cor ? A cada dez jovens mortos sete são negros no Brasil Suspeito de cor padrão na pátria mãe gentil Pena de morte imposta aniquilação seletiva Iniciativa pelo fim da juventude viva Discurso vazio advindo do executivo Aos mais vulneráveis nenhum foco político Inclusão social e ações afirmativas Versus meritocracia práticas repressivas Sem dúvidas processo de exclusão eficaz Aos mais vulneráveis potenciais marginais Genocídio é simbólico a CPI concluiu Pretos e pretas meros símbolos sangrando no fuzil Num cenário de execução não se planeja a vida Seu caso não comove não interessa à mídia E a treta qualquer hora vai bater na sua porta Reaja ou será morto reja ou será morta REFRÃO REFRÃO Pra viver De sol a sol, Suor Pra viver Dez vezes melhor O giz ou o fuzil Quem foi que decidiu Que pra morrer Basta minha cor? Viver, 3x Racismo institucional no mapa da violência Execuções sumárias quase sempre vítimas pretas A desigualdade não é só social É sistêmica e cultural étnico racial Homicídios entre nós naturais banais Violações de direitos julgamentos marginais A agenda do governo ignora com intenção Nenhum compromisso com a reparação REFRÃO Pra viver De sol a sol, Suor Pra viver Dez vezes melhor O giz ou o fuzil Quem foi que decidiu Que pra morrer Basta minha cor ?

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