Preto

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Ocupando Após Diáspora (part. Afronauta, DJ Niely)

Composição: Preto, Afronauta, DJ Niely

Os Verme entra em pane e a madame se bronzeia em Miami Pra chegar mais perto, do nosso tom! Não se engane, muito menos reclame quando descobrir, que foi os Preto que criou aquele som Bem Me Quer, Mal Me Quer, não adianta eu vou ta lá com meus pés, padrão ralé, o mundo é meu lugar Fica em choque ou assina o cheque sem Block nesses Black, rimadores de pele Chocolate Matilha solta da Leste, vai achando que é teste Que os cadelo tão banguelo e só late. Vou morder minha parte, ceis não gostam da minha imagem Mas vão ter que aturar, Afronauta daqui a Marte Desviando de tiros, estilo matrix A realidade é mais tensa que as series da Netflix. Bem vindo ao mundo real, ninguem te avisou mas é real Sem intervalo comercia, sem ancora de telejornal. Foda-se o Borga Gato, to na rua, varias pedra no sapato To vivão e vivendo sem ser ignorante pra ser Feliz To pelo mundo de fato, o mundo é nosso de fato Se prefere correr o risco ou não viver, me diz? Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Rimas de mãos que nunca tiveram polvora A Humildade é o que te levará além Não importante se possui as de Cem chegando na responsa, mostrando disciplina. Os Preto aqui ainda tem, Voz Ativa. Não Falem por nós, temos nossa voz Somos muitos, não são poucos e não estamos sós. Elevando padrões, enfrentando patrões Que exercem as praticas dos antigos porões e nossas visões? pautada por ladrões Roubaram nossa riqueza, moral e violões Mas agora tamo no ar, pra confudir e somar O elevadro privativo, tambem, nosso lugar Lugar de Preto? É onde eu quero estar Mesmo que esse lugar, possa nos matar Ja tamo nas passarelas, novelas e aviões Mas acham que nosso lugar é na cadeia e caixões. Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Melanina Ocupando, após diaspora. Rimas de mãos que nunca tiveram polvora Rimas de mãos que nunca tiveram polvora

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Vinicius, conhecido como Preto, é Mc, Historiador e fundador do grupo Zamba Rap Clube há mais de 10 anos. Em seu primeiro trabalho solo, em paralelo com a banda, mostra suas influências que vão do Samba ao Jazz . Criado no bairro A.E. Carvalho, Zona Leste da Cidade de São Paulo, o rapper que já fez parte do grupo brasiliense “Viela 17”, mostra em seus versos as problemáticas do país como intolerância, racismo, homofobia, falando também de bons sentimentos e de como é crescer na periferia, com influências notórias nas batidas e nas rimas.

O primeira EP solo do Mc veio intitulada de “Não Me Diga Que Esta Tudo Bem conta com 5 faixas e produções de Emerson Toco e Cesar Hostil. Preto mostra o seu lado mais critico, poético e ativista. Seus últimos trabalhos foram os singles “Quirana” e “Mais Um Menino Preto” com a participação de Bia Doxum, musica que traz na sua essência a arbitrária prisão de Rafael Braga. Foi neste contexto, que em 15 de Janeiro 2019, apresentou ao mundo o álbum “Canto Negro”.

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