A Sociedade Dos Poetas Mortos (Unplugged)
Composição: Walber Costa.Título: A Sociedade dos Poetas Mortos (Versão Acústica)
O mundo não se divide entre anjos e monstros,
Todos carregamos luz… e sombras por dentro.
E no fim…
Somos definidos pelas escolhas que fazemos.
Você não pode viver pelos sonhos de alguém,
Mesmo que doa deixar certas partes pra trás.
Por pior que a vida pareça agora,
Ainda existe esperança respirando em nós.
A vida é bela apesar de tudo,
Mesmo quando o céu parece cair.
Às vezes a luz nasce da escuridão,
E o silêncio ensina a sobreviver.
Eu guardo no punho tudo o que importa:
Toda dor, toda queda, toda cicatriz.
Porque cada ferida virou uma lição,
E cada lição me fez continuar.
Eu não escolho a dor!
Eu escolho viver!
Mesmo num mundo louco tentando me quebrar,
Eu sigo em frente sem me esconder.
Se a noite cai,
Eu aprendo a lutar,
Porque enquanto existir vida,
Ainda haverá um lugar pra recomeçar.
Se a dor não é sua,
Não chame de drama.
Existem batalhas que ninguém consegue ver.
Teremos dias ruins, eu sei,
Até os fortes perdem a direção.
Mas algo desperta dentro do caos,
E faz o coração voltar a bater.
Quando fico triste,
Eu transformo tristeza em força,
E rio do medo tentando me destruir.
Siga sua felicidade,
E o universo abrirá portas
Onde antes existiam paredes,
Onde só havia escuridão.
Eu não escolho a dor!
Eu escolho viver!
Mesmo sangrando eu não vou parar,
Essa vida ainda pode surpreender.
Se tudo acabar,
Eu vou permanecer,
Porque sobreviver nesse mundo louco,
É abraçar a própria insanidade sem se perder.
Morrer? Não…
Viver será a maior aventura.
Talvez eu não saiba o que vem amanhã,
Mas enfrentarei sorrindo.
Se é pra ter fé,
Que ela exista também no silêncio,
Quando os milagres não acontecem,
E mesmo assim… seguimos vivos.
Eu não escolho a dor!
Eu escolho a vida!
Com todas as luzes e sombras em mim,
Eu transformo cicatrizes em saída.
Enquanto houver ar,
Enquanto eu sentir,
Nada poderá matar
A chama que existe aqui.
Somos apenas pessoas…
Erramos… caímos… perdemos o rumo…
Mas continuamos caminhando.
Porque viver…
Ainda é a coisa mais extraordinária que existe.

