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Walber Costa

Walber Costa

EstiloPop Rock
Cidade/EstadoColatina / ES
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Livre Entre Os Mortos

Composição: Walber Costa.
Livre Entre os Mortos (Verso 1) Alguns dizem que o amor é ardente Que cria um anel de fogo Ah, mas eu conheço o amor Como uma coisa que se esvai Tão instável quanto uma pena em um córrego Veja, querida, eu vi o amor Olha, ele veio a mim Ele colocou seu rosto frente ao meu para que eu pudesse ver Isso, então eu vi o amor me desfigurar Em algo que eu não me reconheço (Refrão) Veja, a prisão, assim se chama Eu disse, "Venha" Eu não vou me abrir desta forma novamente Nem deitar o meu rosto no chão Nem os meus dentes na areia Eu não vou ficar assim por dias após o fim Você não vai me ver cair Nem me ver lutar para ficar Para ser reconhecido por algum toque De suas mãos enrugadas Você vê, a prisão, assim se chama Eu disse, "Venha" Eu não vou me abrir desta forma novamente (Verso 2) Você vê, a lua é brilhante naquela copa a noite Eu vejo as sombras que lançam no frio Luz clara Meus pés são de ouro Meu coração é limpo E nós corremos para fora Nas planícies do deserto durante toda a noite Veja, querida, eu não sou um objeto quebrado Eu não me deito aqui no escuro a espera de ti Não, meu coração é de ouro Meus pés são leves E eu estou correndo Nas planícies do deserto durante toda a noite (Ponte) Então, alguns dizem que o amor é uma coisa ardente Que cria um anel de fogo Ah, mas eu conheço o amor como uma jaula Apenas um assassino vindo chamar De um sonho terrível Oh e todos vocês, vocês venham ver Você só ficou ali No vidro olhando para mim Mas meu coração é selvagem E meus ossos estão evaporando E eu poderia matar você com minhas próprias mãos Se eu estivesse livre Letra e Música: Walber Miranda Costa (08/05/2018)

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