Alana Marx

EstiloPop Rock
Cidade/EstadoRio de Janeiro / RJ
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Alana Marx



Alana Marx, começou a cantar aos 9 anos, influenciada pela soprano Julie Andrews, do musical the sound of music, e não parou mais.
A partir dali, inciou seu aprendizado e aperfeiçoamento na música, cantando no coral da escola primária Progresso, no Rio de Janeiro, sua cidade Natal.
No início de sua adolescência, Alana participou de alguns festivais de música estudantis intermunicipais, na ocasião, já como solista, adquirindo maior experiência técnica de canto, e coletividade.
Aos 17 anos teve sua primeira banda formada por amigos, chamada Tatu da meia noite, e ocupava a função de vocal de apoio. Foi o início do seu contato com o palco, estúdios de ensaio, e o público direto.
Sua estréia como vocal principal na banda, no entanto, aconteceu de forma inusitada, numa substituição feita às pressas, devido a uma emergência que ocorrera com a vocalista, que não mais voltou a assumir o posto. E Apesar da Tatu ter um grande potencial criativo individual, as divergências fizeram com que a banda chegasse ao seu final, deixando em seu currículo, shows em lugares importantes da cena underground carioca da época, como no Garage art cult, na praça da Bandeira, e no Platoon, no Humaitá.
Alguns meses depois, Alana foi convidada por ex-colegas da Tatu a fazer parte da Hard Cover, banda tributo à cantora americana, Janis Joplin, onde permaneceu por algum tempo. Querendo explorar mais o seu lado autoral, Alana decidiu desmembrar-se do projeto, e se dedicar mais às suas próprias composições, dando vida à elas no Face of Angels, banda de Hard Rock que criou logo a seguir. Com esta banda fez shows importantes, participando da abertura da pré seleção do Festivalda, no Teatro Café Arena, tocando ao lado de bandas hoje importantes, mas na época, ainda desconhecidas pela mídia, como o Detonautas.
Durante este período Alana também trabalhou paralelamente como backing vocal do cantor americano Cy Manifold, e como vocalista principal na capanha Rio cidade candidata, apresentando a música tema da campanha da cidade do Rio de Janeiro, a ser sede das Olimpíadas, em diversos shows pelo estado. Quando a campanha terminou, Alana ingressou como crooner na banda de baile do Maestro Hélio Silva, e lá permaneceu por alguns meses, se apresentando na conceituadíssima casa de espetáculos Roda Viva, na Praia Vermelha/RJ.

Em 2003 fundou a banda de Hard Rock/Heavy Metal Joyful Hell. Através desta banda, e do serviço feito na época, à rádio comunitária Revolução FM, dentro do hospital Psiquiátrico Nise da Silveira/RJ, a banda teve um de seus trabalhos escolhidos para representar o Brasil no Congresso de Luta Anti-Manicomial, em Maio de 2003, realizado em Seattle, USA.
Durante os anos seguintes, ainda à frente do Joyful Hell, Alana foi convidada a fazer parte támbém de diversos projetos de rock, participando de festivais e apresentações, e ganhou dois prêmios de melhor vocalista, e intérprete no Dom Chopp Rock Festival, e no Monalu Pop Festival, respectivamente, ambos no Rio de Janeiro.

Posteriormente, após vários anos entre, novas formações e interrupções da banda, devido mais uma vez, à divergências de opinião, Alana decidiu dar fim definitivamente ao Joyful Hell, deixando a partir daí, o seu registro em várias outras bandas como Esfinge, B-side e A forca.



Em 2007, Alana resolveu dar um tempo na música devido a dificuldades encontradas com relação ao estilo que gostaria de seguir, e a cidade em que vivia, o Rio de Janeiro. O Rock não era muito difundido por lá, e apesar de ser uma grande cidade, faltavam oportunidades e pessoal para lhe acompanhar em seus objetivos musicais. Já muito cansada de procurar quem dividisse a árdua tarefa de angariar meios e lugares para tocar na cidade, no estilo em que se especializara, pensou em encerrar suas atividades na música, ingressando na faculdade de LETRAS, da qual não concluiu se quer um semestre. Um colega baterista de antigos festivais, a convidava para participar de seu mais novo projeto de Pop Rock, pondo novamente a música em seu caminho. Alana não conseguiu resistir a tentação de mais uma vez subir aos palcos, e aceitou o convite, assumindo assim, o vocal principal da banda Travolta, onde conheceu o músico, guitarrista, Cristiano Oliveira, hoje seu companheiro de banda na OLTZ.
Apesar de ter feito seu show de estréia na banda com sucesso, em uma das melhores casas de rock da zona sul da cidade, o Hard Rock Café, a Travolta não durou muito tempo com aquela formação. O guitarrista que era free lancer, precisava retornar ao Sul, seu estado de origem, e convidou Alana para seguir com ele em futuros projetos. Ela aceitou, dando assim, o pontapé inicial a banda da qual hoje faz parte, a OLTZ, explorando nela o melhor de si nos palcos, e em suas mensagens registradas em forma de música.


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