Alexandre Revoredo

EstiloMPB
Cidade/EstadoGaranhuns / PE
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OuvintesCiço Poeta e outros 4 ouvintes
Fã-clubeSelma Elias dos Santos e outros 15 fãs

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Desde cedo, Alexandre Revoredo mostrou interesse pela música. Aos oito anos de idade, já tinha ganhado seu primeiro concurso musical, cantando num palco para aproximadamente 300 pessoas. A partir daí, foi clara a influência que a música teria na sua vida. Descendendo de família de músicos, tanto da parte materna quanto paterna, se interessava pelas letras de ídolos infantis de sua geração, aprendendo todas as músicas que compunham os discos de vinis a que tinha acesso. Aos 12 anos, cantava músicas em inglês; com a ajuda de um pequeno dicionário, traduzia-as para entender melhor o que as letras queriam falar. Nessa fase, ouvia tudo o que a rádio tocasse, e gostava. Cantava em saraus, na escola e onde mais pudesse.
Aos 14 anos, influenciado pelo punk, monta sua primeira banda, e cantava músicas de bandas punks que faziam o movimento na época. Aos 14, fazia dupla com Moisés, um amigo que tocava violão. Juntos, animavam festas de aniversários, cantando desde Led Zeppelin, Beatles e Elvis Presley, até bandas do cenário nacional como Paralamas do Sucesso e Legião Urbana. Aos 15 anos, com um violão emprestado, aprende os primeiros acordes. Um ano depois, percebendo uma certa limitação harmônica nas canções pop que aprendia, começa a se interessar pela MPB. A partir daí, Chico Buarque, Toquinho e Vinícius, João Bosco e Djavan seriam suas maiores influências musicais.
Segue tocando e cantando em todas as festas, reuniões de amigos e praças que encontrasse pela frente. O violão (ainda emprestado) sempre debaixo do braço pra onde quer que fosse. Conhece, nesse tempo, Léo Noronha, cantor e compositor, que o convida para participar de sua banda: ?A Tribo? fazendo a vez de guitarra base. O ano era 1996. Até então, Alexandre Revoredo nunca tinha tocado em uma guitarra elétrica. Os ensaios eram com um violão de cordas de aço que o próprio Léo Noronha emprestara. A primeira vez que se apresenta com uma guitarra seria na sua primeira apresentação com ?A Tribo?. Junto com a banda, apresenta-se em diversos festivais estudantis, festas particulares, shows undergrounds em Garanhuns e cidades vizinhas. Já em 1997, ?A Tribo? é selecionada para participar do VII Festival de Inverno de Garanhuns, e lá apresenta covers e canções próprias, abrindo o show de Emílio Santiago. Nessa época, Alexandre Revoredo estava prestando o serviço militar obrigatório e foi impedido de participar desse que seria o primeiro grande show de sua vida. Continua com ?A Tribo? até 1999, quando a banda passa a se chamar ?Neander?.
A Neander, já com um single gravado, faz apresentações em Caruaru, Paulo Afonso, Campina Grande e participa de quase todos os festivais de bandas que se realizariam nos anos seguintes. Defende suas próprias músicas, na voz de Léo Noronha, e de covers de bandas já consagradas nas vozes de Alexandre Revoredo e Romário Júnior, este na bateria. O ano de 2000 foi um ano difícil, com problemas de saúde, tem que se submeter a um forte tratamento, que o afasta por um ano da maioria de suas atividades. Ainda assim, apresenta-se nos shows agendados para a ?Neander?. Em certa ocasião, realiza o show sentado, pois se recuperava de uma cirurgia.
Em 2001 a ?Neander? se apresenta no palco principal do XI Festival de Inverno, e faz bonito. A partir daí, com mais de 40 músicas autorais a ?Neander? se torna referência na cena underground pernambucana. Enquanto isso, Alexandre Revoredo começa a tocar em bares e restaurantes da cidade, fazendo um repertório completamente diferente do que se costumava apresentar em bares, e chama a atenção do público local, agora com seu próprio trabalho. Ainda com a Neander, compõe e executa ao vivo a sonoplastia e trilha sonora da peça ?Na colônia penal?, dirigida por Julierme Galindo. A ?Neander? ganhou o prêmio de melhor sonoplastia na mostra de artes cênicas daquele ano.
Segue, durante o dia, na nobre profissão de contar garrafas, emprego que exerceu por 6 anos numa empresa da cidade, e durante a noite nos bares com sua música. Em 2004, a música já se torna sua principal fonte de renda e assim deixa seu emprego passando a dedicar-se exclusivamente à música.
Em dezembro de 2004, deixa a ?Neander? e vai morar em Olinda, junto com mais dois amigos, Rômulo Guedes (Contrabaixo) e Clérisson (Percussão). Lá montam a ?No Crazy Beach-groove?, banda que tinha seu repertório baseado em músicas de reggae e soul. Permanece tocando em bares e em festas particulares, seja com sua banda, seja só com seu violão.
Em julho de 2005 é convidado para participar da XV edição do Festival de Inverno, e traz a ?No Crazy? para se apresentar na festa. Uma verdadeira big band, 10 músicos no palco tocando o que havia de melhor no reggae e soul, fez o público dançar e cantar. Ainda em 2005, participa da 1ª edição do Femuarte, sendo classificado para as semifinais.
Em Setembro de 2005 monta a banda ?O Qu4rto?, juntamente com Gabriel Matos (Guitarra), Rômulo Guedes (Contrabaixo) e Igor Rafael (voz), a banda defendia um repertório bem variado onde a ordem era ?boa música?. Alexandre Revoredo e ?O Qu4rto? se apresentam no XVI Festival de inverno, dessa vez no palco POP. Entre setembro e dezembro de 2005, Alexandre Revoredo e ?O Qu4rto? realizaram em média 40 apresentações em bares e boates nas cidades de Olinda e Recife.








No final de 2006, depois de dois anos na capital tocando nos mais diversos lugares, restaurantes, boates, festas particulares, o músico volta para Garanhuns. A partir daí com a experiência adquirida nas suas bandas anteriores e nas diversas apresentações tanto no interior, quanto na capital, desenvolve um trabalho totalmente diferenciado, que é muitíssimo elogiado pelo público e pela própria classe artística. Surgem diversos convites para apresentações na região e surge também a necessidade de uma banda base para acompanhá-lo nessas apresentações. Romário Júnior (Bateria), Lucas Notaro (Guitarra) e Efraim Rocha (Contrabaixo) são os escalados para a banda.
Em abril de 2007, Alexandre começa a se aventurar na área de composição e compõe em parceria com Lucas Notaro: ?Música pra quem quer...?, que foi apresentada durante a 3ª edição do Festival de música e arte de Garanhuns. À partir de ?Música pra quem quer...?, compõe outras canções também em parceria com outros artistas. Em maio de 2007, apresenta-se no projeto ?A Quinta da música?, realizado pelo SESC Garanhuns. Em julho/07 participa da XVII edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Durante os 10 dias de Festival realiza 19 apresentações na cidade. Em dezembro se apresenta no evento Lagedo Multicultural. Ainda em 2007, a convite de Lucas Notaro, faz parte da trilha sonora da peça ?A terra dos meninos pelados?, do grupo CMA de teatro, se apresentando em 5 festivais de teatro em Pernambuco, ganhando todos como melhor trilha sonora.
Em 2008, junto com Lucas Notaro e Efraim Rocha, faz uma temporada de verão na cidade de Tamandaré, tocando em restaurantes e quiosques. Em julho, realiza mais uma apresentação dessa vez no XVIII Festival de Inverno de Garanhuns.
Entre agosto e novembro de 2008, grava seu primeiro CD. Baseado em músicas da noite, o cd intitulado: ?Excesso de coisas de pessoas, amontoado de pontos de partida?, é uma espécie de coletânea de músicas e bandas que influenciaram o artista em sua carreira, além de conter sua primeira composição: ?Música pra quem quer...?. O cd é lançado numa edição especial do projeto ?A Quinta da música?, no mês de novembro; tanto o show de lançamento quanto o próprio CD tem uma ótima repercussão. O cd é vendido em todos os locais onde o artista se apresenta.
Já em 2009, é convidado para encerrar a 5ª edição do Femuarte, tocando logo após os Titãs. Fez o público cantar e dançar ao som de samba, pop, reggae e o melhor da nossa MPB. O show foi registrado em DVD e está em fase de edição, com previsão de lançamento ainda em 2009.
Em maio, é convidado a assumir as guitarras na banda ?Os Valvulados?, grupo que tem seu repertório baseado na Black e Soul music. O grupo atualmente trabalha na gravação do 1º CD e é grande referência na música pernambucana com mais de 4 anos de estrada. Com ?Os Valvulados? e em carreira solo, realiza 7 apresentações durante o XVIII FIG, duas delas na Esplanada Guadalajara. Participa também da Tenda SESC Cultural, também com ?Os Valvulados? e em show com sua banda.
A partir de julho, o artista começa a expandir seu trabalho em toda a região, tocando em Caruaru, Arcoverde, São Bento do Una, Lagedo, Palmeira dos Índios(AL) e João Pessoa (PB).
O trabalho de Alexandre Revoredo tem alguns fatores relevantes que o diferencia do que se tem visto ultimamente em bandas emergentes. É interessante citar que o artista apresenta músicas em 4 idiomas, bem falados e executados, qualidade que adquiriu pelo seu interesse em outras línguas desde pequeno. Inglês, espanhol, italiano e, lógico, português.
Dono de um grande acervo musical, em CDs, DVDs, fitas cassete, vinis e VHS, o artista sempre valorizou compositores, histórias, artistas, poesia e arte, e isso claramente se percebe na qualidade do trabalho que ele apresenta, seja em suas composições, interpretações ou onde quer que venha a se apresentar. Seja em festas de casamento, em shows em grandes palcos, ou mesmo numa mesa de bar com seu violão, Alexandre Revoredo tem se destacado cada vez mais na sua arte, junto ele, alguns dos melhores músicos da região compõem sua banda de apoio. Efraim Rocha (Contrabaixo), André Mendonça (Teclados e samples), Jonathan Willames (Bateria e percussão) e Camila Maria (Vocais e composições).
Dentro desse universo, fica difícil resumir toda a experiência adquirida, companheiros de música, locais onde já tocou, aventuras e desventuras vividas pela arte.
Hoje, o artista mostra seu trabalho nos diversos festivais da redondeza, contando com duas bandas de apoio: ?Banda Canástica? (Garanhuns) e ?O Qu4rto? (Recife). Suas apresentações também podem ser conferidas semanalmente de terça a domingo nos principais bares e restaurantes da cidade de Garanhuns e região.

Sobre o Cd:

Excesso de coisas de pessoas, amontoado de pontos de partida?.

O cd que lançado em novembro de 2008, conta com músicas de vários artistas já consagrados da nossa mpb e da música mundial. Há também, como não poderia faltar, a primeira música composta e gravada pelo artista, ?Música pra quem quer?, que foi composta em parceria com Lucas Notaro, e apresentada no III Festival de Música e arte em 2007. O cd primou pela qualidade do repertório, tendo sido gravadas canções de compositores que exerceram grande influência na formação musical do artista, como instrumentista, cantor e compositor. Chico Buarque, Caetano Veloso, João Bosco, Renato Russo e Beatles são alguns deles

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