Última Dança

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Cidade/EstadoSão Paulo / SP
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Quando, em meados do ano de 2006, Fabiano Souza ( Programação eletrônica ) e Roberto Avelar (Vocais) gravaram uma DEMO contendo 5 faixas, o embrião desta venturosa banda começava a desenvolver-se. Não obstante as expectativas, o então projeto é encerrado pouco tempo depois. Em 2007, reunidos os elementos essenciais a um retorno, o projeto toma o formato de banda. O baixista Marcelo Oliveira, o tecladista Marco Aurélio e o guitarrista Adriano Cavalcante unem-se a Fabiano Souza agora assumindo os vocais e as programações eletrônicas. Há toda uma efervescência cultural ao redor da banda, e naturalmente o gosto pelas artes os aproxima. Neste mesmo ano começam a compor o que mais tarde resultaria em um EP intitulado "A dança do tempo". As cinco faixas nele contidas surtem rápido efeito entre os que estavam sintonizados no fechado circuito poético-musical dos subúrbios. Poderíamos dizer que as letras abordam o romantismo e o existencialismo, no entanto seria limitá-los a um ponto comum, já que há nelas espaço para outras interpretações, que junto ao instrumental conduzem o ouvinte a sentimentos que não podem simplesmente serem catalogados... O processo de composição evolui a cada passo, com os primeiros shows, acentua-se a sonoridade mais triste para alguns, mais dançante para outros, ou uma junção digna das grandes bandas dos anos 80, das quais são profundamente apreciadores. A música do Última Dança fascina justamente pela diversidade contida em um refinado instrumental e na poesia das letras que afastam desde o início quaisquer dúvidas que venham a colher o ouvinte sobre a seriedade e dedicação destes jovens músicos. Uma poesia sonora raras vezes alcançada dos subúrbios.Talvez daí venha a energia que dá movimento a esta fórmula cada vez mais lapidada, capaz de fazer vibrar até mesmo os corações mais embrutecidos pela frieza e angústia de nosso tempo. O quarteto de São Gonçalo, subúrbio do Rio de Janeiro, segue sua caminhada, numa inegável evolução, um amadurecimento musical e poético; Composições cada vez mais esmeradas e de alcance cada vez mais profundo... Há muito ainda a nos apresentar, não há dúvida. Pois o véu de Isis está a cair. Seguramente, uma vitória da arte sobre estes tempos draconianos.Seguramente, uma banda a ser registrada nas fileiras do underground nacional.

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