A Lenda do Campo

Chal

Mais um dia se foi e ele se esgotou
Sente que o tempo já passou
Todo esse sol duro e forte no chão
Junto com seu suor

E ele continua trabalhando
Sabe o que vida vai lhe cobrar

Sangue forte
Terra nas mãos
Ele é o mito desse sertão
Sangue forte
Não tem descanso não
Ele é a lenda do nosso chão

A chuva se foi e a colheita chegou
O gado está forte, o trabalho dobrou
Mas o dono conta que o lucro é pouco
E ele sabe o tamanho da dor

Continua trabalhando
Esperando o que a vida vai lhe cobrar

Sangue forte
Terra nas mãos
Ele é o mito desse sertão
Sangue forte
Não tem descanso não
Ele é a lenda do nosso chão

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Release

O menino começou a estudar inglês aos sete anos, doido para entender as letras daquelas músicas que tanto amava. Também aprendeu a tocar piano e, lá pelos dez, onze anos, já estava rabiscando poemas em caderninhos. “Com aquela 'tristezinha' no fundo da alma”, lembra Gustavo, com ternura. Ele teve vários outros apelidos até se decidir, somente aos 28 anos, por Chal, seguindo conselho do professor de meditação de seu pai.

Na adolescência e na pós-adolescência, Chal emprestou o vozeirão e musicalidade para bandas de rock de diferentes estilos (de pop rock a nu metal) e cantou em barzinhos até encontrar sua praia musical. Era uma praia interiorana, mapeada a partir da observação das semelhanças entre aspectos ...

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