Sabiá

Chal

Sabe lá?
Aonde o tempo é solto

A vida corre mansa
E eu ando devagar

Quero ir lá
Pois a alma clama sombra

O sol me dá o pão
E a água eu bebo em paz

Eu tenho ânsia de correr cabresto solto
Eu tenho fama de fazer só o que é torto
Eu quero tempo pra entender
Como se faz pra caminhar

Eu sei que o tempo na cidade é pouco
Por isso quero o campo logo
Que quando a velhice achegar
Tenho onde ir pra cultivar

Sabiá cantando e eu acordando
Com o sol iluminando a laranjeira do pomar

Sabiá cantando e eu encantado
Com o sol iluminando a laranjeira do
pomar

Narrei...

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O menino começou a estudar inglês aos sete anos, doido para entender as letras daquelas músicas que tanto amava. Também aprendeu a tocar piano e, lá pelos dez, onze anos, já estava rabiscando poemas em caderninhos. “Com aquela 'tristezinha' no fundo da alma”, lembra Gustavo, com ternura. Ele teve vários outros apelidos até se decidir, somente aos 28 anos, por Chal, seguindo conselho do professor de meditação de seu pai.

Na adolescência e na pós-adolescência, Chal emprestou o vozeirão e musicalidade para bandas de rock de diferentes estilos (de pop rock a nu metal) e cantou em barzinhos até encontrar sua praia musical. Era uma praia interiorana, mapeada a partir da observação das semelhanças entre aspectos ...

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