Chalaça

EstiloPop
Cidade/EstadoRio de Janeiro / RJ
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Imagem de Roberto AlvimRoberto AlvimVoz, Violão, Guitarra
Imagem de PititoPititoBateria
Imagem de Eddy PinheiroEddy PinheiroBaixo
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Release

Dizem que o segundo disco é a prova de fogo do artista. É nele que se afirma o alcance criativo e a maturidade de um estilo. Apesar dos desafios de uma continuidade e das dificuldades por que passam todas as bandas independentes, para o Chalaça esse segundo disco foi muito natural. Natural pela alegria que temos de tocarmos um com o outro. Um segundo disco que sedimentou a nossa amizade e a convicção de que fazemos algo relevante e contundente. E essa convicção deve acompanhar todo artista – gostando-se dele ou não -, senão qual o sentido? E mais do que provas de fogo, a música é pra gente, um desafogo, uma necessidade de extravasarmos.

“Desafogo” foi feito com o carinho de um artesão. Esculpindo os pequenos detalhes de um disco autoral, nós mesmos nos produzimos e fizemos o projeto gráfico. Um disco gravado como se fazia antigamente: todos tocando ao vivo e sem que a tecnologia desumanize a emoção do momento. Esse processo levou o disco a ficar com a nossa cara, com tudo que isso implica. Parece óbvio, mas é o fundamental. Aliás, tem mais um artesão nessa história: Pedro Buarque (guitarra) se juntou a nós, Roberto Alvim (voz, violão e guitarra), Pitito (bateria) e Eddy Pinheiro (baixo), para formar um quarteto. Pedro foi chegando aos poucos com sua composição no primeiro disco, quando ainda mal o conhecíamos. Algum tempo depois com a amizade crescendo, parcerias surgindo, e canjas de guitarra fluindo, sua entrada na banda foi mais do que natural.

O disco é autoral e inclui uma parceria com um dos maiores poetas brasileiros: Ferreira Gullar. Musicamos a sua poesia “Cantiga para não morrer” e fomos convidados para apresentá-la numa homenagem ao poeta. Posteriormente obtivemos a sua autorização para gravá-la e o seu incentivo!! Quanta honra pra a gente!! Quanta honra!! A única exceção entre as músicas autorais é uma música inédita de Tonho Gebara (em parceria com Luis Carlinhos e Paulo Albano) chamada “Radiola”. O restante do disco traz músicas que já faziam sucesso nos nossos shows como “Maramar”, “Retalhos”, “Canto do Céu” e algumas músicas incluídas na época da gravação como “Vendaval” e “Trato”.

Ter se apresentado em grandes palcos do Rio de Janeiro e sido até aqui elogiados por artistas de relevância nacional é, e sempre será, muito importante e incentivador. Mas a maior vitória é chegar até aqui empolgados com a perspectiva de continuar a fazer discos e músicas. Não sabemos (e nem queremos!!) explicar de onde vem essa mola propulsora. Mas ficamos felizes aos percebermos que, apesar de irrequieta e indomável, ela se acalma um pouco enquanto estamos fazendo música juntos. Desafogo.

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