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Quando tinha 15 anos meu pai ganhou um violão. Ele fez algumas aulas, mas nunca aprendeu a tocar o instrumento de fato. Mais ou menos nessa época vi meu irmão ganhar um cavaquinho. Então, quando meu irmão pretendia ir à escola de música começar a fazer aulas de cavaco eu pedi meu pai para tentar aprender tocar violão. Ele como um bom pai, apoiou minha idéia.

Fiz uns 3 meses de aula numa escola de música picareta lá em Contagem. Nem te conto onde! Nessas primeiras lições aprendi meu primeiros acordes. Eu peguei a manha de fazer Dó Maior, Ré Menor e até Fá Maior eu arranhava fazer. Depois que já sabia isso tudo, dei linha daquele lugar. Fiz isso porque percebi que lá não se ensinava música com coração.

O tempo foi passando... Descobri na internet que havia um site que continha milhares de cifras de quase todos os artistas. Como iniciante no violão, corri para a papelaria mais próxima e comprei uma pasta com plásticos(daquelas de colocar cifras). Imprimi dezenas de cifras e arranhava um pouco no violão sempre que sobrava um tempinho. Fiquei nesse batido durante aproximadamente 2 anos.

Cansado de saber só o básico no violão, eu procurei uma escola de música e começei a estudar música. Nessa época iniciei meus estudos em um curso de violão clássico. Aprendi muito sobre técnica e teoria musical. Durante esse tempo de eruditismo os estudos tinham que ser constantes, já que os professores da escola de música cobravam isso. Nessa época fiz minha primeira apresentação ao público. Esse primeiro show ocorreu em um evento promovido pela escola de música para divulgar o trabalho por ela desenvolvido. Acorde vai, dedilhado vem. Até chegar o dia em que tive que abandonar os estudos de violão clássico para estudar para o vestibular.

Durante todo esse tempo, ou seja, fase em que pegasse músicas com a ajuda da pastinha de cifras e fase em que estudava violão clássico, fiz vários ensaios com meu brother. Salve, salve o Brunão! Nós tocavamos músicas clichês do pop-rock nacional, como: legião urbana, paralamas do sucesso, capital inicial e até algumas letrinhas minhas. Nós chegamos a realizar três pequenas apresentações em festas familiares. Eu no violão e na voz (um desastre!) e o mano na guitarra (começando a se tornar um músico com excelente percepção!).

Após me afastar um pouco da música a fim de estudar para o vestibular, e não passar na primeira tentativa, ganhei um baixo elétrico com 4 cordas de presente de natal do meu pai. Esse baixão ficou empacotado no meu armário durante um ano, sendo plugado no amplificador apenas umas 5 vezes durante todo esse tempo.

Agora já superado o vestibular e o primeiro ano de faculdade, resolvi voltar a estudar música. Porém, tinha fritado de estudar peças eruditas e queria inovar. Para isso voltei a tocar a campanhia da escola de música onde aprendera um pouco sobre o mundo clássico da música. Mas agora os tempos eram outros e a motivação também havia mudado. Queria estudar baixo elétrico! E assim eu fiz. Voltei ao mundo dos conhecimentos musicais na pilha da clave de fá.

Continua...

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