EletroSamba

Cidade/EstadoRio de Janeiro / RJ
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OuvintesRafaela Ferreira e outros 43 ouvintes
Fã-clubeEd Santos e outros 27 fãs

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Release



EletroSamba cria um novo conceito de música misturando Samba Rock e ritmos regionais com batidas eletrônicas
Caldeirão de suingue que mistura samba-rock (sambalanço), além de ritmos regionais, como o samba de raiz e o maracatu, com batidas de RAP, R&B ,Break Beat e Drum and Bass, assim é o EletroSamba.
A banda formada por César Belieny (baixo e voz), DJ Negralha (pick-ups e programações) Felipe Rodarte (violão e efeitos), Waltinho A.C. (percussão e voz) e Wellington Soares (percussão) é sucesso no Rio. Tem em seu currículo apresentações em festivais como Coca-Cola Vibe Zone , Telefônica Open Air , Vivo Open Air, Skol Rio, Festival de Verão do Rio e no palco principal do Reveillon Copacabana, nos anos de 2003 e 2004. Além de terem feitos shows com artistas como: Jorge BenJor, Cidade Negra, O Rappa, Elba Ramalho, Marcelo D2, Seu Jorge, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Daniela Mercury, Lulu Santos, entre outros.
O vôo mais longo do grupo foi para Londres, no Festival de Arte da Selfridgies, com 17 apresentações em uma semana. Ele foi o único, na época, sem gravadora a participar do evento. No mesmo ano, o suingue do EletroSamba rendeu uma indicação ao Prêmio Multishow de melhor revelação.
A consagração junto ao público despertou o interesse da gravadora Sony Music, que lançou o primeiro CD em outubro de 2004, que posteriormente foi lançado no exterior, nos mercados do Japão, Europa, Estados Unidos e México. O CD homônimo tem treze faixas, a maioria delas conhecida do público, como, 16 Toneladas, de Noriel Vilela, Bebete Vãobora e Mas que Nada, de Jorge BenJor, além das composições próprias como Um Dia Inteiro e Lorolô.
Atualmente os rapazes do EletroSamba estão em estúdio ,sob a produção de Marcelo YuKa , gravando o segundo CD que terá composições dos próprios integrantes, de Serginho Meriti e parcerias com Bebeto e YuKa. O lançamento está previsto para o início de agosto.





RELEASE ELETROSAMBA II


O vértice é o samba e as vertentes o sambalanço, sambafunk, sambasoul, sambarock, sambafuturo. É a espinha dorsal dos fragmentos que compõem a eletrificada mistura Eletrosamba.

O grupo iniciou sua trajetória em 2002, se tornando relevante no cenário musical carioca, reverberando para outros estados brasileiros e no exterior. Antropofagia explícita que só a terra tupiniquim origina. Original do Brasil, concebe um passeio desse ritmo típico em sinergia absoluta com as modernidades dos beats, afrobeats, breakbeats, soundsystem e hip hop de um DJ de codinome Negralha. A amálgama percussiva de Wellington Soares e Valtinho A/C trás à tona a frequência complementar exata no som. Violões e guitarras Jorgebenianos de Felipe Rodarte tencionam em drives e efeitos os timbres de vanguarda. O baixo de César Belieny abraça como um invólucro, formando linhas que buscam tornar-se um útero para os elementos. Na base feita, a voz de César Belieny e Valtinho A/C é posta, somando-se ao rapeado de DJ Negralha.

Faixa 1 - ?Baila baile? dá as boas vindas. Experimentada e já bem sucedida nos shows, abre a sequência de 14 faixas. O baile é democrático, o baile é misturado, é colorido, é latino.
?Deixa menina lá no baile / leva a menina lá no baile...Vai, vai bailar / vai sambar me encantar?.

Faixa 2 - ?Black soul Black?, uma parceria com o ?Rei do swing? Bebeto/Rubens, expressa a miscigenação geral e as marcas de quem assume as raízes, com Gilberto Gil no vocal. Influência do soul music, alia-se ao samba em uma referência que cita James Brown + pandeiro. Acrescentam-se os trombones de Bidu Cordeiro e Marlon Sette, em um arranjo chamado ?Dois trons?.
?Mistura das raças / mistura dos tempos / mistura do samba que sou...Black soul Black / Black sou...?

Faixa 3 - ?Sinal vermelho? aborda a mazela social cotidiana sempre contida nas letras do grupo. Somada à eletro batida, uma base rítmica regional de maracatu - elementos cedidos na participação percussiva de Repolho ?Rempa?.
?O tio, a tia, que fecham a janela de vidro fumê / tentam escapar / tentam se esconder / da miséria da TV...?

Faixa 4 ? ?Tive fé? é uma canção composta pelo grupo na turnê do 1º álbum retrata o processo de perseverança na arte. Afinal, o contraditório passa e prevalece à música de quem acredita. Nesse mesmo espírito, brilhantemente participa o Rapper Xis, com sua verborragia peculiar e especial.
?Tudo que chorei agora estou rindo / do tempo em que passei correndo perigo...?.

Faixa 5 ? ?Poço de bondade?, música de Serginho Meriti / Nei Carlos, traça o paralelo de quem navega no oceano subjetivo do amor pela mulher, que é sereia, que é barco em alto mar, que é incógnita, mas é um poço de bondade. Participam Bidu e Marlon com ?Dois trons? e Jefinho no Trompete.
?Deixa ver em que bicho vai dar / onde é que vai parar...?.

Faixa 6 ? ?Dia de batalha?, parceria com Marcelo Yuka, fala de labuta, de como tudo pode mudar a partir de uma idéia, da dinâmica da vida que não cessa, onde se ?mata um leão por dia? sem se sobrepor a outrem.
?Todo dia é dia de batalha / todo dia nesse vai e vem / na correria o vencedor trabalha / na sintonia de quem manda bem...?

Faixa 7 ? ?Cuidado?, parceria com Marcio Local, aborda uma advertência para com as ambiguidades e imperfeições do ser humano e a conveniência de se permanecer nelas. A vacilação que dá origem ao vacilão (in) conveniente.
?Cuidado, cuidado, pra não vacilar / o que é teu tá guardado / então fica ligado...?.

Faixa 8 ? ?O mundo é uma bola? homenageia Ronaldo Nazário, ?o fenômeno?. Composta em 2002, expressa a superação que viria se repetir com seu retorno ao futebol brasileiro.
?O mundo é uma bola / bola que rola / que vem e que volta pro mesmo lugar / como a vida que se transforma...?

Faixa 9 ? ?Bela?, parceria com Eddi MC, é uma canção que retrata a admiração pela figura humana da mulher. O cântico congela e nos transporta para o momento exato da travessia que roteiriza o caminhar de uma linda mulher. Versos que capacitam a visualizá-la. Participa Jefinho no trompete.
?Bela, o passo de pedestres se fez passarela / às buzinas tornaram-se aplausos pra ela / finalmente o sinal foi-se abrir...?

Faixa 10 ? ?Marionete? é a gafieira do álbum. Dança, mas se pensa, pois a retórica é séria. A poesia fala de como somos dominados por um sistema que alimenta a alienação. A canção é tesoura que corta os fios, é a liberdade dos nossos filhos. Bidu e Marlon participam da gafieira com ?Dois Trons?.
?Teleguiado guia o seu próprio caminho / que estava abandonado e perdido / Marionete na mão do sistema / Marionete esquece os problemas...?.

Faixa 11 ? ?O que chamam de paz?, parceria com Léo Ribeiro, aborda como o nosso olhar é determinante na percepção do que é paz. As questões sensoriais, auditivas e contemplativas ficam à ?sub judice? da antijustiça e do poder paralelo.
?Ouço pelo ar / o som em propagação / como corte em movimento / eu me jogo pelo chão / a qualquer instante / tudo pode mudar...?.

Faixa 12 ? ?Infinito amor? é mais uma parceria com Marcio Local e retrata o relacionamento que atinge a plenitude da admiração, transformando ambientes e valorizando a mulher que se ama com a sensação de um amor perene.
?Linda você chegou / e transformou o universo / sensível que sou percebo o amor / infinito amor mais bonito / em seu sorriso revelador...?

Faixa 13 ? ?Diga que não? expressa a máxima do amor não correspondido, sem o receio de demonstrar a vontade de voltar, sem o receio de demonstrar a fraqueza, de se expor. A clemência do amor!
?Diga que não devo chorar / diga que não vai me deixar...?

Faixa 14 ? ?Conga? é o afrobeat do álbum, parceria com o poeta Tavinho Paes, traça um paralelo entre duas referências de modus vivendi. Fela Kuti e Waly Salomão são sintetizados numa poesia que cita parâmetros culturais africanos e soam como um dialeto cantado numa base constante.
?Conga, Waly tá ali na conga / Chama Fela, o Anikulapo kuti / da tribo de Benguela / Anti-ton-ton-Macuti...?

Eletrosamba II é paradoxal. Concentrado no punch das batidas lineares de uma MPC, a sofisticação instrumental diversificada. O experimental convicto. Vanguarda e raiz em absoluta harmonização. O caminho em que se desmembram outros caminhos.

A mola mestra é o samba. O núcleo é o samba onde orbitam os eletros, prótons e nêutrons. Prótons e nêutrons podem ser descartados para que prevaleçam Os eletros: DJ Negralha, Wellington Soares, Valtinho A/C, Felipe Rodarte, César Belieny. Está é a gênese celular do tecido Eletrosamba que lhe cobrirá.

O 1º single que chega às rádios com participação especialíssima de Gilberto Gil dá o tom desse 2º álbum, 100% autoral, produzido por Marcelo Yuka. É negra a base, é negra a música, é ?Black soul Black?.






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