Fabricio Miguel

EstiloPop Rock
Cidade/EstadoSão Paulo / SP
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OuvintesDuplicaMidia e outros 2 ouvintes
Fã-clubeForro dos Kapas e outros 8 fãs

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Release

Como baterista, teve seu primeiro projeto musical de maior relevância em 95 na banda de rock underground paulistana Anjo dos Becos que na época trabalhou com os renomados produtores Eduardo Bid, Carlo Bartolini, Geraldo D`Arbilly e fez shows nas principais casas da cidade como Aeroanta, Circo Escola Picadeiro e Galpão Fábrica.

Em 97, paralelamente ao Anjo, começou a tocar com a Unidade Móvel, grupo de hip-hop, funk e soul, por indicação de uns amigos que eram dono de uma escola de música em São Bernardo do Campo, sua cidade natal. Esses amigos eram Mauricio e Marcelo Manieri, no grupo também estava o guitarrista - cantor Max de Castro. Em 2000, após se formar em Direito, resolveu morar com seu irmão nos EUA, onde aproveitou pra colocar sua voz e violão na ativa, tocou em pequenos clubes brasileiros e em seis meses estava decidido a voltar pro Brasil pra trabalhar focado somente em música. No final de 2000 participou como baterista de uma turnê com a banda de rap/rock Jigaboo, e começou a produzir suas músicas e mostrar para os amigos.

Em 2002, foi co-autor de Mauricio Manieri em canções do álbum Apartamento 82 e em 2004 do álbum Quero ver quem vem. No final deste ano monta seu próprio estúdio de gravação e continua seus trabalhos como compositor e músico. Em 2006 troca São Bernardo pela capital, e sai em turnê pelo Brasil como baixista da banda de Manieri para divulgar o álbum "Agora que voltou", que contribuiu também como co-produtor e músico em várias faixas.

Além disso continua trabalhando com artistas do undergound paulistano e também nas suas próprias músicas e o resultado você ouve em seu álbum de estréia "De novo começar do fim".

Álbum
"De novo começar do fim" é o álbum de estréia de Fabricio Miguel com 10 canções inéditas de sua autoria.

Começou a ser escrito lentamente após sua mudança para São Paulo em 2006, quando em seu apartamento montou uma pequena estrutura para gravar suas idéias, experimentando a sonoridade que poderia trazer junto às suas melodias de voz.

A primeira música a ser feita foi exatamente a que escolheu para abrir o álbum, "O dia que não chegou", que surgiu de um riff que durante um bom tempo ficou martelando quando pegava um violão e numa certa noite em poucos minutos colocou melodia e letra. Aproveitou o resultado e re-arranjou uma música já existente no seu repertório, "O que me trouxe aqui", que tinha um acabamento mais eletrônico e ficou mais acústica também. Dessa forma começou vislumbrar um caminho pra seguir e foi buscando algo mais homogêneo, com poucas misturas.

Vieram "Náilon" e "Chimpanzé", com suas guitarras elétricas e batidas marcantes. Voltou para o violão nas singelas "Tantas coisas" e "Uma chance". Ali estava a coluna vertebral do disco.

Se aproveitando das composições que não conseguia ter idéias de melodias para sua voz, concluiu "45 graus", com uma "viagem" estilo trilha sonora cinematográfica. Trouxe um pouco de beat eletrônico para as guitarras vibrantes de "Outra vez" e na pulsante "Os encontros são os mesmos desencontros" entoa uma linha marcante com sua interpretação sempre branda. Fechando os trabalhos, a bela letra da canção "Pra esquecer" junto à sua interessante harmonia com duas partes bem distintas.

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