Festim Circense

EstiloMPB
Cidade/EstadoMaringá / PR
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OuvintesKélen Henn e outros 3 ouvintes
Fã-clubeSelma Elias dos Santos e outros 17 fãs

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AlanBaixo
ManinhoBateria
FernandoVoz, Violão
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FESTIM CIRCENSE
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Definir o som que é feito pelo Festim Circense é um desafio. Convidamos os seus ouvintes fiéis a emitir as suas impressões. As palavras que encontramos são: mistura, clima, ritmo, surpresa. Os rótulos todos que conhecemos não lhes cabem. Samba, rock, maracatu, pop, jazz... Tudo isso está lá, e, ao mesmo tempo, pouco revela do que ouvimos. Talvez seja o “Groove Pé-vermelho”.

Baixo, violão, bateria, flauta transversa, tambores... Mas também baldes, tanques, e muitos outros instrumentos inusitados que Arnaldo encontra pelo mundo... A voz doce desse percursionista alucinado brinca com a voz rasgada e densa de Fernando numa interação mágica. A bateria de Maninho e o baixo de Alan dialogam como velhos amigos no bar, arrancando do público sorrisos de compreensão silenciosa desses papos sem palavras.

Arranjos e ritmos: uma harmonia que nos eleva. “Lona florida erguida... embalando a nossa noite”. Psicodelia, melodia e força. Uma força estranha, uma relação: dos músicos entre si, do público com os músicos, do público com o público, de cada um com o som que nos carrega. A gente dança e canta em transe de estranha alegria. Um rito. Um show. Uma festa. O som nos cobre como a lona cobre ao circo.

As letras, como o som, não encontram caracterização fácil. Dadaístas, repentistas, românticas, políticas. Não, não são isso. São “rede gargalhada deste barco que é o som”. Elas nos lembram coisas que não vivemos, e nos transportam pra um mundo onírico... Ouvir como se estivéssemos sonhando é uma regra. E elas logo entram em nossas mentes, e nos vemos repetindo o prazer do show no dia seguinte, cantando distraídos os versos que nos afetam... A composição feita pelo grupo nos move e sensibiliza. O prazer do show, da noite, persiste e nos acompanha durante o dia, durante os dias “pedra e prosa”, agora contaminados de poesia.

A banda surgiu em 2002, no norte do Paraná, e tocou para o público universitário em todo canto: bares, repúblicas, boites e rua. A participação do Festim no FEMUCIC acabou levando a banda a irradiar a sua música para um público maior, e criou contato com outros músicos e profissionais, o que acabou levando ao lançamento do primeiro disco independente, que deixa clara as suas influências díspares: clássicos barrocos, música indígina, choros, bossas, sambas, rock n’roll. Está lá uma fagulha da energia de Bach, dos índios Kaigang, de Anacleto Medeiros, de Vinícius de Moraes, Cartola, Adoniram e também de Jethro Tull, Rush, Yes, O Rappa, Cordel do Fogo encantado, Chico Science, Mundo Livre...

Nesse momento a banda procura difusão do seu trabalho para continuar essa história. Como em suas letras e melodias que se relacionam numa narrativa aberta, a história da banda segue em busca das trocas energia, de olhares e sentimentos, de sensações e de sorrisos, sob a proteção do som que te convidamos a ouvir.


FESTIM CIRCENSE:



Fernando: Voz e violão

Alan: Contrabaixo

Arnaldo: Flautas e percussão

Maninho: Bateria


Contatos:

www.festimcircense.com.br
aurelia.hubner@gmail.com
contato@festimcircense.com.br

Tel: (044) 9111-4430/ 9964-9640

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